Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si a ignomínia. Prov. 3:35.
O texto de hoje diz literalmente: “Os sábios brilharão.” A palavra hebraica é ti’parah, que significa receber uma coroa brilhante. A pessoa que recebe o ti’parah recebe uma distinção especial que o diferencia das pessoas comuns. Deus promete isso para os sábios.
Sábio, no sentido bíblico, não é a pessoa que possui muito conhecimento, mas que sabe usar o conhecimento para administrar a vida. A Bíblia está cheia de conselhos que abrangem todas as áreas. A pessoa que dá ouvidos a esses conselhos é uma pessoa sábia. Ela se destacará nitidamente entre a multidão.
O lado oposto da sabedoria é necedade. No verso de hoje, Salomão se refere a ela como loucura. Só uma pessoa sem equilíbrio, sem amor pela vida, rejeita os conselhos divinos. Com esta atitude, infelizmente, “tomam sobre si a ignomínia”. O sinônimo de ignomínia é “vergonha”.
O caminho da vergonha é ilógico. As pessoas desprezam os conselhos de Deus, achando que são antiquados e obsoletos. Acreditam que descobriram um caminho melhor, seguem os seus instintos e inclinações, racionalizam os conceitos divinos, humanizam os princípios estabelecidos por Deus. Tudo isso, em nome da felicidade e da liberdade. No entanto, o fim é ignomínia e vergonha.
Que ironia! Queriam brilhar e são estrelas sem luz. Ansiavam aparecer e andam ocultos na poeira dos seus próprios erros. Ambicionavam deslumbrar e envelheceram apagados pela vergonha que seu espírito de independência lhes trouxe.
Outro contraste entre loucos e sábios é que os últimos “herdam” honra, enquanto os primeiros “tomam sobre si a vergonha”. Para herdar, você não precisa fazer nada. A herança é o fruto do amor. Os sábios não esperam nada e, no entanto, recebem tudo. Os loucos lutam para conseguir tudo e só encontram ignomínia.
Aprenda a ser sábio. Esse aprendizado leva tempo. É um processo muitas vezes demorado e doloroso. Mas vale a pena.
Não saia hoje para enfrentar os desafios da vida sem a certeza de que Jesus está no controle de sua vida. Porque: “Os sábios herdarão honra, mas os loucos tomam sobre si a ignomínia.” Texto de Alejandro Bullón.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Salva-me, ó Deus
Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma. Sal. 69:1.
O salmo de hoje é o segundo mais citado pelos escritores do Novo Testamento. João, Lucas, Mateus, Marcos e o apóstolo Paulo usaram várias referências deste maravilhoso poema.
O salmista está em dificuldades. Isso não é novidade. Os problemas sempre o acompanham, ainda na velhice. Estavam presentes, tentando destruir-lhe a fé e a confiança em Deus.
Desta vez, o espírito de Davi estava terrivelmente conturbado. Suas emoções estavam afetadas. O estresse tinha tomado conta de todo o seu ser.
“As águas me sobem até à alma.” Ele clama em busca de ajuda, e o socorro divino aparece. Este salmo vai além do livramento do salmista. Refere-se também ao livramento de Sião em um tempo de crise. Na realidade, os sofrimentos pessoais do salmista são uma espécie de maquete dos sofrimentos coletivos da nação.
Parece que a dor emocional de Davi era causada por uma falsa acusação levantada contra ele. “São mais que os cabelos de minha cabeça os que, sem razão, me odeiam; ... os que com falsos motivos são meus inimigos; por isso, tenho de restituir o que não furtei.” Verso 4. Quem eram esses inimigos? Pouco importa. O que interessa é saber que, na hora da angústia, o salmista sabia onde procurar socorro.
Os problemas da vida são como águas turvas e ameaçadoras. Por vezes, chegam a ser tão torrenciais que a pessoa perde até a vontade de continuar vivendo. O salmo anterior fala de triunfo de vitória, e este tem como tema central os perigos e as dificuldades. Quão próximos estão a vitória da derrota, a alegria da tristeza e a vida da morte.
O fato de que tudo está bem com você hoje, não é garantia de que amanhã continuará desse jeito. Por isso, é necessário aprender a cada minuto a depender de Deus. Assim, quando as águas turbulentas chegarem “até à alma”, saberemos lançar mão dos recursos invisíveis da fé e da confiança em Deus.
Quão triste ou quão alegre está você hoje? Pouco importa. Nesta vida sempre haverá sol e chuva, primavera e inverno. Mas se você tem certeza de que sua vida está nas mãos do Senhor, saberá dizer: “Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma.” Texto de Alejandro Bullón.
O salmo de hoje é o segundo mais citado pelos escritores do Novo Testamento. João, Lucas, Mateus, Marcos e o apóstolo Paulo usaram várias referências deste maravilhoso poema.
O salmista está em dificuldades. Isso não é novidade. Os problemas sempre o acompanham, ainda na velhice. Estavam presentes, tentando destruir-lhe a fé e a confiança em Deus.
Desta vez, o espírito de Davi estava terrivelmente conturbado. Suas emoções estavam afetadas. O estresse tinha tomado conta de todo o seu ser.
“As águas me sobem até à alma.” Ele clama em busca de ajuda, e o socorro divino aparece. Este salmo vai além do livramento do salmista. Refere-se também ao livramento de Sião em um tempo de crise. Na realidade, os sofrimentos pessoais do salmista são uma espécie de maquete dos sofrimentos coletivos da nação.
Parece que a dor emocional de Davi era causada por uma falsa acusação levantada contra ele. “São mais que os cabelos de minha cabeça os que, sem razão, me odeiam; ... os que com falsos motivos são meus inimigos; por isso, tenho de restituir o que não furtei.” Verso 4. Quem eram esses inimigos? Pouco importa. O que interessa é saber que, na hora da angústia, o salmista sabia onde procurar socorro.
Os problemas da vida são como águas turvas e ameaçadoras. Por vezes, chegam a ser tão torrenciais que a pessoa perde até a vontade de continuar vivendo. O salmo anterior fala de triunfo de vitória, e este tem como tema central os perigos e as dificuldades. Quão próximos estão a vitória da derrota, a alegria da tristeza e a vida da morte.
O fato de que tudo está bem com você hoje, não é garantia de que amanhã continuará desse jeito. Por isso, é necessário aprender a cada minuto a depender de Deus. Assim, quando as águas turbulentas chegarem “até à alma”, saberemos lançar mão dos recursos invisíveis da fé e da confiança em Deus.
Quão triste ou quão alegre está você hoje? Pouco importa. Nesta vida sempre haverá sol e chuva, primavera e inverno. Mas se você tem certeza de que sua vida está nas mãos do Senhor, saberá dizer: “Salva-me, ó Deus, porque as águas me sobem até à alma.” Texto de Alejandro Bullón.
Deus cuidará de você
Não me rejeites na minha velhice, quando me faltarem as forças, não me desampares. Sal. 71:9.
Rejeição e desamparo. Palavras terríveis. Sentimentos que estremecem as entranhas de qualquer mortal. Duras realidades de um mundo de pecado. Tudo que começa, chega ao fim. O tempo é irreversível. Implacável. Os ponteiros do relógio não param. Quando um dia você se olha no espelho, descobre que a beleza da juventude foi embora e a força da mocidade fugiu.
A maioria dos países latinos preocupa-se pouco com as pessoas idosas. Ser velho, em alguns lugares, é sinônimo de agressão. Anciãos acabam rejeitados e desamparados. No verso de hoje, o salmista não mostra preocupação pela rejeição e o desamparo humano. Não dos homens. Afinal de contas, ele disse muitas vezes nos salmos que não temeria o que o homem pudesse lhe fazer. A sua preocupação é com Deus. É isso o que realmente conta.
A vida com Cristo é bela e gratificante em todas as suas etapas. Ser criança tem suas vantagens e desvantagens. Você pode dormir e brincar o dia todo sem preocupação, mas não pode ir aonde quer. A juventude chega trazendo suas coisas boas e más. Você toma suas próprias decisões, tem força, energia, pode escalar o pico mais alto ou mergulhar nas águas cristalinas do mar à procura de corais. Mas não tem a experiência que só a vida dá. Muitas vezes você paga um preço muito alto por isso.
Um dia, a velhice chega. Aposentado, você vê suas responsabilidades cumpridas e seus filhos grandes e prósperos. Mas sente o peso dos anos. A visão se apaga, a audição diminui e as forças minguam.
Essa é uma realidade da qual ninguém escapa. Você precisa de sabedoria para administrar a velhice e desfrutar as coisas boas que a vida lhe reserva. O que importa é o que Davi pede no salmo de hoje: “Não Te ausentes de mim, ó Deus.” Verso 12.
Uma vida sem Deus é uma vida vazia, oca e sem sentido. Uma velhice sem Ele é uma tarde cinzenta. Anuncia a chegada de trevas, solidão e desamparo. Vale a pena viver cada minuto da existência em comunhão com o Deus da vida.
Hoje, não importa que etapa da vida você esteja vivendo, diga em seu coração: “Não me rejeites na minha velhice, quando me faltarem as forças, não me desampares.” Texto de Alejandro Bullón.
Rejeição e desamparo. Palavras terríveis. Sentimentos que estremecem as entranhas de qualquer mortal. Duras realidades de um mundo de pecado. Tudo que começa, chega ao fim. O tempo é irreversível. Implacável. Os ponteiros do relógio não param. Quando um dia você se olha no espelho, descobre que a beleza da juventude foi embora e a força da mocidade fugiu.
A maioria dos países latinos preocupa-se pouco com as pessoas idosas. Ser velho, em alguns lugares, é sinônimo de agressão. Anciãos acabam rejeitados e desamparados. No verso de hoje, o salmista não mostra preocupação pela rejeição e o desamparo humano. Não dos homens. Afinal de contas, ele disse muitas vezes nos salmos que não temeria o que o homem pudesse lhe fazer. A sua preocupação é com Deus. É isso o que realmente conta.
A vida com Cristo é bela e gratificante em todas as suas etapas. Ser criança tem suas vantagens e desvantagens. Você pode dormir e brincar o dia todo sem preocupação, mas não pode ir aonde quer. A juventude chega trazendo suas coisas boas e más. Você toma suas próprias decisões, tem força, energia, pode escalar o pico mais alto ou mergulhar nas águas cristalinas do mar à procura de corais. Mas não tem a experiência que só a vida dá. Muitas vezes você paga um preço muito alto por isso.
Um dia, a velhice chega. Aposentado, você vê suas responsabilidades cumpridas e seus filhos grandes e prósperos. Mas sente o peso dos anos. A visão se apaga, a audição diminui e as forças minguam.
Essa é uma realidade da qual ninguém escapa. Você precisa de sabedoria para administrar a velhice e desfrutar as coisas boas que a vida lhe reserva. O que importa é o que Davi pede no salmo de hoje: “Não Te ausentes de mim, ó Deus.” Verso 12.
Uma vida sem Deus é uma vida vazia, oca e sem sentido. Uma velhice sem Ele é uma tarde cinzenta. Anuncia a chegada de trevas, solidão e desamparo. Vale a pena viver cada minuto da existência em comunhão com o Deus da vida.
Hoje, não importa que etapa da vida você esteja vivendo, diga em seu coração: “Não me rejeites na minha velhice, quando me faltarem as forças, não me desampares.” Texto de Alejandro Bullón.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Apressa-te em valer-me
Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-Te em valer-me, pois Tu és o meu amparo e o meu libertador. Senhor, não Te detenhas! Sal. 70:5.
Que seria do Universo se, por um instante, Deus deixasse de agir? Que cataclismo universal aconteceria se o Senhor Se esquecesse de Sua criação? No entanto, quando a dor visita o ser humano, o primeiro pensamento que vem à sua mente é que Deus o abandonou e não Se lembra mais de Suas promessas.
O próprio salmista expressa com veemência: “Não Te detenhas!” Ele não tem a mínima idéia da tragédia que aconteceria se o Senhor Se detivesse.
Quando o Senhor Jesus esteve na Terra, disse: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também.” João 5:17. Deus nunca pára, nunca se detém, jamais ignora o que acontece com Seus filhos.
Seu trabalho é diário. Protege e liberta. Seus olhos sempre vigilantes seguem os passos de cada ser humano. Ele está sempre pronto a socorrer.
O verso de hoje mostra o segredo para desfrutar o cuidado de Deus: reconhecer que você é “pobre e necessitado”. Deus não pode fazer muito por aquele que diz: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma.” Apoc. 3:17.
A suficiência própria é uma barreira intransponível entre a criatura e o Criador. O humanismo de nossos dias é atrevido e impede que as bênçãos de Deus nos alcancem.
O caminho mais curto para chegar ao trono da graça divina é reconhecer: “Eu sou um pecador. Nada de bom há em mim. Venho a Ti, carente e necessitado. Faze por mim o que eu não posso fazer por minhas próprias forças.”
Como anda sua vida financeira, familiar, profissional ou espiritual? Já lutou sozinho, tentando recuperar o controle da situação, mas parece que nada dá certo? Diga como o salmista: “Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-Te em valer-me, pois Tu és o meu amparo e o meu libertador. Senhor, não Te detenhas!” Texto de Alejandro Bullón.
Que seria do Universo se, por um instante, Deus deixasse de agir? Que cataclismo universal aconteceria se o Senhor Se esquecesse de Sua criação? No entanto, quando a dor visita o ser humano, o primeiro pensamento que vem à sua mente é que Deus o abandonou e não Se lembra mais de Suas promessas.
O próprio salmista expressa com veemência: “Não Te detenhas!” Ele não tem a mínima idéia da tragédia que aconteceria se o Senhor Se detivesse.
Quando o Senhor Jesus esteve na Terra, disse: “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também.” João 5:17. Deus nunca pára, nunca se detém, jamais ignora o que acontece com Seus filhos.
Seu trabalho é diário. Protege e liberta. Seus olhos sempre vigilantes seguem os passos de cada ser humano. Ele está sempre pronto a socorrer.
O verso de hoje mostra o segredo para desfrutar o cuidado de Deus: reconhecer que você é “pobre e necessitado”. Deus não pode fazer muito por aquele que diz: “Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma.” Apoc. 3:17.
A suficiência própria é uma barreira intransponível entre a criatura e o Criador. O humanismo de nossos dias é atrevido e impede que as bênçãos de Deus nos alcancem.
O caminho mais curto para chegar ao trono da graça divina é reconhecer: “Eu sou um pecador. Nada de bom há em mim. Venho a Ti, carente e necessitado. Faze por mim o que eu não posso fazer por minhas próprias forças.”
Como anda sua vida financeira, familiar, profissional ou espiritual? Já lutou sozinho, tentando recuperar o controle da situação, mas parece que nada dá certo? Diga como o salmista: “Eu sou pobre e necessitado; ó Deus, apressa-Te em valer-me, pois Tu és o meu amparo e o meu libertador. Senhor, não Te detenhas!” Texto de Alejandro Bullón.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Ser leal
Não maquines o mal contra o teu próximo, pois habita junto de ti confiadamente. Prov. 3:29.
De todos os defeitos de caráter, com certeza a deslealdade é um dos piores. O homem desleal age na surdina, disfarça, aparenta e se finge de amigo.
Outro dia, recebi a carta de uma pessoa revoltada. Seu melhor amigo, a quem ele ajudara a ingressar na empresa, o traiu covardemente e ficou com o seu cargo. “Podia esperar essa atitude de qualquer um, menos de quem eu considerava o meu melhor amigo”, dizia.
Conversei pelo telefone com uma senhora que convidou sua melhor amiga para morar com ela por um tempo, devido aos momentos difíceis que a amiga atravessava. Quando abriu os olhos, a amiga estava tendo um caso com seu esposo. “Como pode existir gente tão fingida, mentirosa e hipócrita?”, perguntou ela.
No texto de hoje, Salomão se dirige a esse tipo de pessoas. Gente que, por inveja, insegurança, ambição ou complexo, não sabe ser leal.
A traição prejudica mais o traidor do que o traído. Qualquer dor que vem de fora passa. Pode levar um pouco de tempo, mas passa. A ferida sara e depois só restam cicatrizes. As feridas interiores são fatais. Destroem a vida lentamente.
Um dia, caí na banheira, bati a cabeça e perdi os sentidos. Quando acordei, examinei meu corpo e aparentemente estava bem. Não sangrava, não havia hematomas, nada que me chamasse a atenção. Meia hora mais tarde, tornei a desmaiar. Levaram-me ao hospital e, depois de alguns exames, fui internado de emergência. Quando o perigo passou, o médico me disse: “Se você demorasse mais para chegar aqui, teria morrido.” Por fora não tinha nada, mas por dentro estava sangrando.
O traidor sangra. Pode não saber, mas sangra por dentro. Não é feliz. Não desfruta a vida. Sua deslealdade o machuca mais do que machucou o amigo. Aquilo que consegue com a sua traição só destrói a paz do coração.
Em Jesus, há plenitude. Em Jesus, você adquire força para lutar legitimamente por seus sonhos, sem lançar mão de atitudes covardes como a traição. Em Jesus, a vida ganha dimensões altruístas.
Faça de hoje um dia de amizade leal com aqueles que o admiram e confiam em você. “Não maquines o mal contra o teu próximo, pois habita junto de ti confiadamente.” Texto de Alejandro Bullón.
De todos os defeitos de caráter, com certeza a deslealdade é um dos piores. O homem desleal age na surdina, disfarça, aparenta e se finge de amigo.
Outro dia, recebi a carta de uma pessoa revoltada. Seu melhor amigo, a quem ele ajudara a ingressar na empresa, o traiu covardemente e ficou com o seu cargo. “Podia esperar essa atitude de qualquer um, menos de quem eu considerava o meu melhor amigo”, dizia.
Conversei pelo telefone com uma senhora que convidou sua melhor amiga para morar com ela por um tempo, devido aos momentos difíceis que a amiga atravessava. Quando abriu os olhos, a amiga estava tendo um caso com seu esposo. “Como pode existir gente tão fingida, mentirosa e hipócrita?”, perguntou ela.
No texto de hoje, Salomão se dirige a esse tipo de pessoas. Gente que, por inveja, insegurança, ambição ou complexo, não sabe ser leal.
A traição prejudica mais o traidor do que o traído. Qualquer dor que vem de fora passa. Pode levar um pouco de tempo, mas passa. A ferida sara e depois só restam cicatrizes. As feridas interiores são fatais. Destroem a vida lentamente.
Um dia, caí na banheira, bati a cabeça e perdi os sentidos. Quando acordei, examinei meu corpo e aparentemente estava bem. Não sangrava, não havia hematomas, nada que me chamasse a atenção. Meia hora mais tarde, tornei a desmaiar. Levaram-me ao hospital e, depois de alguns exames, fui internado de emergência. Quando o perigo passou, o médico me disse: “Se você demorasse mais para chegar aqui, teria morrido.” Por fora não tinha nada, mas por dentro estava sangrando.
O traidor sangra. Pode não saber, mas sangra por dentro. Não é feliz. Não desfruta a vida. Sua deslealdade o machuca mais do que machucou o amigo. Aquilo que consegue com a sua traição só destrói a paz do coração.
Em Jesus, há plenitude. Em Jesus, você adquire força para lutar legitimamente por seus sonhos, sem lançar mão de atitudes covardes como a traição. Em Jesus, a vida ganha dimensões altruístas.
Faça de hoje um dia de amizade leal com aqueles que o admiram e confiam em você. “Não maquines o mal contra o teu próximo, pois habita junto de ti confiadamente.” Texto de Alejandro Bullón.
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Por que sofrer?
Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem. Sal. 32:9.
O pecado é paradoxal. Destrói e ensina. Abre feridas que são capazes de matar e, no entanto, deixam marcas que ficam como agentes de instrução. Davi sabia muito bem como o pecado pode destruir e ensinar.
No Salmo 51, que é uma oração de arrependimento, o salmista promete a Deus: “Ensinarei aos transgressores os Teus caminhos, e os pecadores se converterão a Ti.” Sal. 51:13. Davi está disposto a ensinar com sua trágica e dolorosa experiência.
No salmo de hoje, ele cumpre a sua promessa. É um salmo de instrução. O primeiro de doze salmos desse tipo.
A preocupação do salmista aqui é que você e eu aprendamos a maior lição que alguém pode aprender: o pecado destrói o que toca; portanto, fuja dele.
Davi sabia o que falava. Tinha passado noites inteiras sem dormir, atormentado pelo peso da culpa e dias de angústia e desespero, castigado pela própria consciência. “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo dia. Porque a Tua mão pesava dia e noite sobre mim”, afirma ele nos versos 3 e 4.
Ele aprendera a lição, a duras penas, com dor e lágrimas. E depois de ter passado por essa experiência trágica, aconselha. “Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento.”
Qual é a diferença entre o animal e o ser humano? A liberdade. O homem pode escolher e decidir. O animal é apenas um escravo dos seus instintos. Mas até os animais rejeitam às vezes coisas que os prejudicam. Já o ser humano, sendo livre, insiste em andar por sendas que o levarão para a destruição.
Cavalo e mula. Duas figuras interessantes. O cavalo tem a tendência natural de correr para longe. A mula empaca. Figuras da natureza que Davi usa para instruir.
Hoje é um dia de decisões para você. Decisões para a vida ou para a morte, e você é livre para sofrer, para errar, para chorar, ou para viver feliz ao lado das pessoas que ama.
Vá com Deus pelos caminhos desta vida. Saia com a lição que o salmista ensina. Eu quero tomar o conselho para mim, hoje: “Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.” Texto de Alejandro Bullón.
O pecado é paradoxal. Destrói e ensina. Abre feridas que são capazes de matar e, no entanto, deixam marcas que ficam como agentes de instrução. Davi sabia muito bem como o pecado pode destruir e ensinar.
No Salmo 51, que é uma oração de arrependimento, o salmista promete a Deus: “Ensinarei aos transgressores os Teus caminhos, e os pecadores se converterão a Ti.” Sal. 51:13. Davi está disposto a ensinar com sua trágica e dolorosa experiência.
No salmo de hoje, ele cumpre a sua promessa. É um salmo de instrução. O primeiro de doze salmos desse tipo.
A preocupação do salmista aqui é que você e eu aprendamos a maior lição que alguém pode aprender: o pecado destrói o que toca; portanto, fuja dele.
Davi sabia o que falava. Tinha passado noites inteiras sem dormir, atormentado pelo peso da culpa e dias de angústia e desespero, castigado pela própria consciência. “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo dia. Porque a Tua mão pesava dia e noite sobre mim”, afirma ele nos versos 3 e 4.
Ele aprendera a lição, a duras penas, com dor e lágrimas. E depois de ter passado por essa experiência trágica, aconselha. “Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento.”
Qual é a diferença entre o animal e o ser humano? A liberdade. O homem pode escolher e decidir. O animal é apenas um escravo dos seus instintos. Mas até os animais rejeitam às vezes coisas que os prejudicam. Já o ser humano, sendo livre, insiste em andar por sendas que o levarão para a destruição.
Cavalo e mula. Duas figuras interessantes. O cavalo tem a tendência natural de correr para longe. A mula empaca. Figuras da natureza que Davi usa para instruir.
Hoje é um dia de decisões para você. Decisões para a vida ou para a morte, e você é livre para sofrer, para errar, para chorar, ou para viver feliz ao lado das pessoas que ama.
Vá com Deus pelos caminhos desta vida. Saia com a lição que o salmista ensina. Eu quero tomar o conselho para mim, hoje: “Não sejais como o cavalo ou a mula, sem entendimento, os quais com freios e cabrestos são dominados; de outra sorte não te obedecem.” Texto de Alejandro Bullón.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Chamado à reflexão
A estultícia do homem perverte o seu caminho, mas é contra o Senhor que o seu coração se ira. Prov. 19:3.
A vida é um caminho. Encontramos essa metáfora em muitos clássicos da literatura, e não somente na Bíblia. Na Odisséia, Homero apresenta Ulisses caminhando durante dez anos, desde Tróia até seu lar em Itaca. Bunyan, na sua obra, O Peregrino relata a jornada do Cristão, desde a cidade chamada Destruição até a Cidade Celestial.
Se você fizer uma análise séria da Bíblia, chegará à conclusão de que ela apresenta um só caminho em direção à felicidade e à vida eterna. As pessoas em nossos dias pensam diferente. Acham que existem muitos caminhos para chegar a Deus, e que o importante é ser sincero naquilo que se acredita. Pensar de maneira diferente disso é considerado politicamente incorreto.
Quando Jesus esteve na Terra, disse: “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” Mat. 7:13 e 14.
Se Jesus vivesse em nossos dias, seria considerado politicamente incorreto. Mas o Seu ensino está aí, mostrando que a felicidade neste mundo depende da escolha certa do caminho.
No livro de Provérbios se repete a palavra “caminho” aproximadamente 100 vezes. A sabedoria, segundo Salomão, não consiste apenas em algo que você faz, mas no caminho que você transita. Rejeitar o caminho de Deus é rejeitar o próprio Deus.
Junto ao caminho, você encontra a ênfase na liberdade humana. É freqüente o tema do contraste entre a vida daqueles que aceitam andar no caminho e os que o rejeitam. A verdadeira religião não é uma religião de proibições, mas de escolhas. Você escolhe, você decide. Você também colhe o fruto da decisão que tomou. “Quem planta ventos, colhe tempestades”, não é um velho ditado popular?
O texto de hoje é um chamado à reflexão. Para onde você está indo? Aonde o levará o caminho no qual você transita? Assegure-se de escolher o caminho certo. Ele o conduzirá a Jesus. Texto de Alejandro Bullón.
A vida é um caminho. Encontramos essa metáfora em muitos clássicos da literatura, e não somente na Bíblia. Na Odisséia, Homero apresenta Ulisses caminhando durante dez anos, desde Tróia até seu lar em Itaca. Bunyan, na sua obra, O Peregrino relata a jornada do Cristão, desde a cidade chamada Destruição até a Cidade Celestial.
Se você fizer uma análise séria da Bíblia, chegará à conclusão de que ela apresenta um só caminho em direção à felicidade e à vida eterna. As pessoas em nossos dias pensam diferente. Acham que existem muitos caminhos para chegar a Deus, e que o importante é ser sincero naquilo que se acredita. Pensar de maneira diferente disso é considerado politicamente incorreto.
Quando Jesus esteve na Terra, disse: “Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela.” Mat. 7:13 e 14.
Se Jesus vivesse em nossos dias, seria considerado politicamente incorreto. Mas o Seu ensino está aí, mostrando que a felicidade neste mundo depende da escolha certa do caminho.
No livro de Provérbios se repete a palavra “caminho” aproximadamente 100 vezes. A sabedoria, segundo Salomão, não consiste apenas em algo que você faz, mas no caminho que você transita. Rejeitar o caminho de Deus é rejeitar o próprio Deus.
Junto ao caminho, você encontra a ênfase na liberdade humana. É freqüente o tema do contraste entre a vida daqueles que aceitam andar no caminho e os que o rejeitam. A verdadeira religião não é uma religião de proibições, mas de escolhas. Você escolhe, você decide. Você também colhe o fruto da decisão que tomou. “Quem planta ventos, colhe tempestades”, não é um velho ditado popular?
O texto de hoje é um chamado à reflexão. Para onde você está indo? Aonde o levará o caminho no qual você transita? Assegure-se de escolher o caminho certo. Ele o conduzirá a Jesus. Texto de Alejandro Bullón.
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