Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça. Prov. 16:31.
Na velhice há sabedoria”, costumavam dizer as pessoas quando eu era criança. Essa frase era a dedução lógica de que, quanto mais se vive, mais se aprende. As pessoas normalmente procuram conselho com outras mais velhas. Nos tempos bíblicos, os reis viviam rodeados de conselheiros, todos homens idosos.
Mas, no livro de Provérbios, a sabedoria não é patrimônio dos anciãos. É verdade que uma pessoa que viveu muito passou por experiências que devem ter-lhe ensinado algo, mas nem sempre é assim, porque experiência não é simplesmente o que acontece com você, e sim o que você faz com o que lhe acontece.
A declaração bíblica de hoje é enfática: “Coroa de honra são as cãs.” Quer dizer, ter vivido muito, além de bênção, é um privilégio. Se você tem vivido bastante, tem um capital valioso, uma riqueza extraordinária de vivências, um acúmulo fabuloso de conhecimento. Mas isso é suficiente? Do ponto de vista bíblico, tudo isso tem valor quando a pessoa idosa “se acha no caminho da justiça”.
Sem o temor de Deus, com o tempo você acumula anos e talvez conhecimento, mas não sabedoria. Conheço jovens com sabedoria assombrosa, e pessoas idosas que até o último dia da vida vivem cometendo um erro atrás do outro.
Errar nem sempre é falta de sabedoria. É parte do processo através do qual Deus permite que o ser humano cresça. A pessoa que não comete erros geralmente nada faz. Só quem vive com Jesus tem a capacidade de capitalizar o erro, de aprender, crescer e amadurecer com Ele.
Se você já viveu muito e está sentado hoje, fisicamente incapacitado de andar, não permita que o sentimento de inutilidade se apodere de seu coração. As cãs de sua cabeça ou a ausência do cabelo que o tempo levou são demonstração da coroa de sabedoria que você recebeu, se Jesus faz parte de sua vida.
Ah, Senhor! Ajuda-me a envelhecer sabiamente, a aprender com as derrotas e as vitórias, com os erros e os acertos, para ser conselheiro útil aos mais jovens, porque “coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça”. Texto de Alejandro Bullón.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Felizes
Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo. Sal. 106:3.
Se você achar que a justiça é simplesmente retidão e bom comportamento, o texto de hoje o levará a um beco sem saída. Segundo o salmista, uma maneira de ser feliz é ter uma conduta coerente e acima de qualquer suspeita. Mas justiça, no conceito hebraico, não é apenas um padrão de comportamento.
O profeta Jeremias disse: “Naqueles dias e naquele tempo, farei brotar a Davi um Renovo de justiça; Ele executará juízo e justiça na Terra.” Jer. 33:15. O Renovo de justiça que o profeta menciona não é apenas possuidor de justiça. É a própria justiça. Não existe justiça sem Jesus. Ele é a justiça.
Portanto, ao referir-se no verso de hoje àquele “que pratica a justiça”, o salmista está pensando naquele que vive em Jesus.
Praticar é aplicar a teoria repetidamente. A vida cristã não é só teoria. Não basta saber que Jesus morreu e que a única maneira de “guardar a retidão” é ir a Ele. Esse conceito é maravilhoso, mas é preciso sair da teoria e ingressar no terreno da prática. É preciso andar diariamente com Jesus, a justiça personificada.
Davi ensina no salmo de hoje que o segredo da felicidade é “praticar a justiça”. Como pode a prática de normas, na maioria das vezes difíceis de serem cumpridas, proporcionar felicidade? Não, evidentemente aqui não se fala simplesmente de um código moral, destituído de vida. Aqui se fala do Senhor Jesus Cristo. Ele morreu na cruz do Calvário não só para dar-nos vida, mas também para dar vida aos mandamentos que o farisaísmo humano havia tornado letra morta.
“Praticar justiça” no sentido de andar diariamente com Jesus é uma experiência enriquecedora. Dá sentido a vida. Proporciona sabor aos momentos mais insossos da experiência humana.
Olhe para os princípios divinos não como letra sem vida e proibições massacrantes. Olhe-os como reflexo do caráter de Jesus e aplique-os à sua vida. Esse é o segredo da felicidade que você tanto procura. Essa pode ser a realidade mais extraordinária de sua existência.
Por isso, decore o verso de hoje e repita-o ao longo do dia: “Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo.” Texto de Alejandro Bullón.
Se você achar que a justiça é simplesmente retidão e bom comportamento, o texto de hoje o levará a um beco sem saída. Segundo o salmista, uma maneira de ser feliz é ter uma conduta coerente e acima de qualquer suspeita. Mas justiça, no conceito hebraico, não é apenas um padrão de comportamento.
O profeta Jeremias disse: “Naqueles dias e naquele tempo, farei brotar a Davi um Renovo de justiça; Ele executará juízo e justiça na Terra.” Jer. 33:15. O Renovo de justiça que o profeta menciona não é apenas possuidor de justiça. É a própria justiça. Não existe justiça sem Jesus. Ele é a justiça.
Portanto, ao referir-se no verso de hoje àquele “que pratica a justiça”, o salmista está pensando naquele que vive em Jesus.
Praticar é aplicar a teoria repetidamente. A vida cristã não é só teoria. Não basta saber que Jesus morreu e que a única maneira de “guardar a retidão” é ir a Ele. Esse conceito é maravilhoso, mas é preciso sair da teoria e ingressar no terreno da prática. É preciso andar diariamente com Jesus, a justiça personificada.
Davi ensina no salmo de hoje que o segredo da felicidade é “praticar a justiça”. Como pode a prática de normas, na maioria das vezes difíceis de serem cumpridas, proporcionar felicidade? Não, evidentemente aqui não se fala simplesmente de um código moral, destituído de vida. Aqui se fala do Senhor Jesus Cristo. Ele morreu na cruz do Calvário não só para dar-nos vida, mas também para dar vida aos mandamentos que o farisaísmo humano havia tornado letra morta.
“Praticar justiça” no sentido de andar diariamente com Jesus é uma experiência enriquecedora. Dá sentido a vida. Proporciona sabor aos momentos mais insossos da experiência humana.
Olhe para os princípios divinos não como letra sem vida e proibições massacrantes. Olhe-os como reflexo do caráter de Jesus e aplique-os à sua vida. Esse é o segredo da felicidade que você tanto procura. Essa pode ser a realidade mais extraordinária de sua existência.
Por isso, decore o verso de hoje e repita-o ao longo do dia: “Bem-aventurados os que guardam a retidão e o que pratica a justiça em todo tempo.” Texto de Alejandro Bullón.
Podridão dos ossos
O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos. Prov. 14:30.
A palavra inveja, em hebraico quinah, significa literalmente ambição desmedida. No conceito bíblico, é uma doença da alma. Salomão a chama de “podridão dos ossos”. Talvez porque a podridão estraga lentamente o que toca. Você não percebe. Quando abre os olhos, tudo está decomposto.
João Crisóstomo costumava dizer: “Da mesma forma que a traça destrói uma roupa, assim a inveja consome a vida.”
A inveja dói não pelo que você carece, mas pelo que os outros têm. Nasce da comparação. O que tortura o invejoso é a idéia absurda de que os outros são mais felizes do que ele. O apóstolo Paulo disse aos Coríntios: “Por que não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmo e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez.” II Cor. 10:12.
Insensatez é o contrário de sabedoria. É tolice e irracionalidade, mas controla a vida de muita gente. Domina e subjuga as emoções a ponto de incapacitar para a felicidade. Uma pessoa invejosa sofre no silêncio do coração, agoniza por dentro, chora às ocultas.
Como toda doença, a inveja tem remédio. Porém, sendo uma enfermidade da alma, sua cura é mais do que emocional ou mental, é espiritual. Quando você vai a Jesus e abre o coração a Ele, o Senhor abre os seus olhos para uma nova dimensão da vida. Você vê desafios, metas, montanhas altas para escalar. Não perde tempo olhando para os lados. A sua luta não é contra os outros. É consigo mesmo. O sucesso dos outros não lhe dói mais. Está pronto para voar pelo azul infinito da felicidade.
Você e eu temos uma longa jornada de crescimento interior. Mas não estamos sós. Não se atreva a iniciar o processo de recuperação sozinho. Se o fizer, corre o risco de parar no deserto do cinismo espiritual.
Abra os olhos para o sol e para a vida. Veja as maravilhas da criação. Você é parte dessa maravilha. O alvo de sua vida não é chegar aonde os outros chegam, mas atingir o plano divino para você. Seja feliz porque “o ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos”. Texto de Alejandro Bullón.
A palavra inveja, em hebraico quinah, significa literalmente ambição desmedida. No conceito bíblico, é uma doença da alma. Salomão a chama de “podridão dos ossos”. Talvez porque a podridão estraga lentamente o que toca. Você não percebe. Quando abre os olhos, tudo está decomposto.
João Crisóstomo costumava dizer: “Da mesma forma que a traça destrói uma roupa, assim a inveja consome a vida.”
A inveja dói não pelo que você carece, mas pelo que os outros têm. Nasce da comparação. O que tortura o invejoso é a idéia absurda de que os outros são mais felizes do que ele. O apóstolo Paulo disse aos Coríntios: “Por que não ousamos classificar-nos ou comparar-nos com alguns que se louvam a si mesmos; mas eles, medindo-se consigo mesmo e comparando-se consigo mesmos, revelam insensatez.” II Cor. 10:12.
Insensatez é o contrário de sabedoria. É tolice e irracionalidade, mas controla a vida de muita gente. Domina e subjuga as emoções a ponto de incapacitar para a felicidade. Uma pessoa invejosa sofre no silêncio do coração, agoniza por dentro, chora às ocultas.
Como toda doença, a inveja tem remédio. Porém, sendo uma enfermidade da alma, sua cura é mais do que emocional ou mental, é espiritual. Quando você vai a Jesus e abre o coração a Ele, o Senhor abre os seus olhos para uma nova dimensão da vida. Você vê desafios, metas, montanhas altas para escalar. Não perde tempo olhando para os lados. A sua luta não é contra os outros. É consigo mesmo. O sucesso dos outros não lhe dói mais. Está pronto para voar pelo azul infinito da felicidade.
Você e eu temos uma longa jornada de crescimento interior. Mas não estamos sós. Não se atreva a iniciar o processo de recuperação sozinho. Se o fizer, corre o risco de parar no deserto do cinismo espiritual.
Abra os olhos para o sol e para a vida. Veja as maravilhas da criação. Você é parte dessa maravilha. O alvo de sua vida não é chegar aonde os outros chegam, mas atingir o plano divino para você. Seja feliz porque “o ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos”. Texto de Alejandro Bullón.
Peça
Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão. Sal. 2:8.
Já é tarde para mim”, disse outro dia um homem de sessenta anos. “Se não construi nada até hoje, o que farei no pouco tempo que me resta?” Você não tem idéia do que pode fazer se colocar sua vida nas mãos de Jesus. O tempo já escreveu páginas gloriosas de pessoas que, mesmo no entardecer da existência, aprenderam a confiar nas promessas divinas. Você também pode escrever uma nova história.
Portanto, não duvide! Não se entregue! Não desista! Mesmo que os anos da juventude tenham passado, e o vigor e a energia da mocidade não estejam mais em você, não tema. A promessa de hoje é. “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.”
Deus fez a promessa de hoje, em primeiro lugar para Jesus, o Messias libertador de Israel. “Constitui o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião”, afirma o Pai, no verso 6, e depois declara: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança.” Nesta promessa, o Deus Criador do Universo está afirmando que os domínios do Messias não teriam limites. E foi assim. Jesus conquistou o coração do ser humano em “toda tribo, língua, povo e nação”. Apoc. 5:9. A promessa do Pai foi uma realidade na vida de Jesus.
Mas esta promessa é extensiva para você hoje. É um convite a sonhar, a acreditar e a encarar as batalhas diárias da vida sem temor. Na promessa feita a Jesus, o Pai afirmava a respeito das nações inimigas: “Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro.” Sal. 2:9. Esse é o destino dos inimigos que tentam impedir a realização de seus sonhos. Deus promete que você os dominará “com vara de ferro”. Portanto, não duvide. Não se entregue. Não desista.
Primeiro, confie em Deus. Depois, identifique o problema. Ninguém pode lutar contra um inimigo anônimo. Você pode envelhecer dando socos para todos os lados sem acertar uma só vez. Portanto, peça sabedoria a Deus para identificar o problema e determinar as causas. Depois, em nome de Jesus, parta para a solução, lembrando que o próprio Deus lhe prometeu: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.” Texto de Alejandro Bullón.
Já é tarde para mim”, disse outro dia um homem de sessenta anos. “Se não construi nada até hoje, o que farei no pouco tempo que me resta?” Você não tem idéia do que pode fazer se colocar sua vida nas mãos de Jesus. O tempo já escreveu páginas gloriosas de pessoas que, mesmo no entardecer da existência, aprenderam a confiar nas promessas divinas. Você também pode escrever uma nova história.
Portanto, não duvide! Não se entregue! Não desista! Mesmo que os anos da juventude tenham passado, e o vigor e a energia da mocidade não estejam mais em você, não tema. A promessa de hoje é. “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.”
Deus fez a promessa de hoje, em primeiro lugar para Jesus, o Messias libertador de Israel. “Constitui o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião”, afirma o Pai, no verso 6, e depois declara: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança.” Nesta promessa, o Deus Criador do Universo está afirmando que os domínios do Messias não teriam limites. E foi assim. Jesus conquistou o coração do ser humano em “toda tribo, língua, povo e nação”. Apoc. 5:9. A promessa do Pai foi uma realidade na vida de Jesus.
Mas esta promessa é extensiva para você hoje. É um convite a sonhar, a acreditar e a encarar as batalhas diárias da vida sem temor. Na promessa feita a Jesus, o Pai afirmava a respeito das nações inimigas: “Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro.” Sal. 2:9. Esse é o destino dos inimigos que tentam impedir a realização de seus sonhos. Deus promete que você os dominará “com vara de ferro”. Portanto, não duvide. Não se entregue. Não desista.
Primeiro, confie em Deus. Depois, identifique o problema. Ninguém pode lutar contra um inimigo anônimo. Você pode envelhecer dando socos para todos os lados sem acertar uma só vez. Portanto, peça sabedoria a Deus para identificar o problema e determinar as causas. Depois, em nome de Jesus, parta para a solução, lembrando que o próprio Deus lhe prometeu: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.” Texto de Alejandro Bullón.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Evite provocações
Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia. Prov. 17:12.
Ele foi preso em flagrante por matar com um tiro de escopeta o filho do vizinho. O garoto tinha deixado a bola cair no jardim do homem, estragando uma muda de orquídea. Perguntado pela polícia, o assassino declarou que estava farto de bagunça. A vizinhança ficou estarrecida.
O verso de hoje fala do perigo que o insensato representa. Salomão afirma: “Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos.” Nas terras da Palestina, não havia melhor figura para referir-se a uma situação perigosa. Encontrar-se com uma ursa que tivesse perdido os filhotes seria fatal. O texto de hoje compara o insensato com esse animal.
A irracionalidade toma conta do coração do insensato na hora da raiva. A cultura, a posição social, a formação acadêmica ou a religião são incapazes de trazê-lo de volta à razão. Corações impulsivos são vítimas dos instintos alimentados pelo orgulho ferido.
Se você é um homem sábio, não discuta com o tolo. Ceder a vez no trânsito, calar diante das provocações, guardar silêncio diante dos insultos não é sinal de covardia, mas de prudência.
Perdi um colega porque um dia ele parou no meio do trânsito para pedir explicações de alguém que fizera uma manobra perigosa. O motorista do outro carro pegou um revólver, atirou nele e fugiu. O saldo foi uma família triste e desamparada.
Nenhum tipo de injustiça justifica dialogar com um insensato. O tolo é tolo porque carece do temor de Deus. A que tipo de entendimento pode chegar você, discutindo com uma pessoa dominada pela raiva e em cuja vida Deus nada significa?
Deus está sempre pronto a proteger você. A melhor maneira de fazê-lo não é colocando a mão para impedir que a bala o atinja, e sim dando-lhe prudência para fugir da “ursa que perdeu os filhotes” e que não mede conseqüências.
Cada dia você pode ser vítima da violência. Transite por lugares menos perigosos. Evite as provocações, seja humilde e sábio porque “melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia”. Texto de Alejandro Bullón.
Ele foi preso em flagrante por matar com um tiro de escopeta o filho do vizinho. O garoto tinha deixado a bola cair no jardim do homem, estragando uma muda de orquídea. Perguntado pela polícia, o assassino declarou que estava farto de bagunça. A vizinhança ficou estarrecida.
O verso de hoje fala do perigo que o insensato representa. Salomão afirma: “Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos.” Nas terras da Palestina, não havia melhor figura para referir-se a uma situação perigosa. Encontrar-se com uma ursa que tivesse perdido os filhotes seria fatal. O texto de hoje compara o insensato com esse animal.
A irracionalidade toma conta do coração do insensato na hora da raiva. A cultura, a posição social, a formação acadêmica ou a religião são incapazes de trazê-lo de volta à razão. Corações impulsivos são vítimas dos instintos alimentados pelo orgulho ferido.
Se você é um homem sábio, não discuta com o tolo. Ceder a vez no trânsito, calar diante das provocações, guardar silêncio diante dos insultos não é sinal de covardia, mas de prudência.
Perdi um colega porque um dia ele parou no meio do trânsito para pedir explicações de alguém que fizera uma manobra perigosa. O motorista do outro carro pegou um revólver, atirou nele e fugiu. O saldo foi uma família triste e desamparada.
Nenhum tipo de injustiça justifica dialogar com um insensato. O tolo é tolo porque carece do temor de Deus. A que tipo de entendimento pode chegar você, discutindo com uma pessoa dominada pela raiva e em cuja vida Deus nada significa?
Deus está sempre pronto a proteger você. A melhor maneira de fazê-lo não é colocando a mão para impedir que a bala o atinja, e sim dando-lhe prudência para fugir da “ursa que perdeu os filhotes” e que não mede conseqüências.
Cada dia você pode ser vítima da violência. Transite por lugares menos perigosos. Evite as provocações, seja humilde e sábio porque “melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia”. Texto de Alejandro Bullón.
Ouça a repreensão
Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato. Prov. 17:10.
A lei judaica permitia dar ao filho rebelde quarenta chibatadas. A figura de “cem açoites” que se menciona no texto de hoje é apenas uma referência à inutilidade de qualquer tentativa de instruir o insensato.
Em hebraico, existem pelo menos duas palavras para referir-se ao néscio. Kesyl, que significa estúpido, torpe, insensível. Ewiyl, que se refere ao depravado moral, o teimoso, o obstinado, como um animal que não cede, inflexível. Evidentemente, o insensato é uma mistura de todas essas características. O texto de hoje se refere à insensibilidade de algumas pessoas. Gente dominada por uma teimosia assustadora no modo de viver, mesmo sabendo que as coisas não dão certo desse jeito.
William Henleys, em seu famoso poema “Invictus”, disse: “Eu sou o dono do meu destino, o capitão da minha alma.” Até que ponto isso é verdade? Satanás disse a Eva no jardim: “Sereis como Deus...” E a humanidade de nossos dias parece acreditar. É assombrosa a quantidade de literatura que fala de “força interior”, “energia própria”, e “aura pessoal”. Jesus contradiz tudo ao afirmar: “Sem Mim nada podeis fazer.” João 15:5.
O texto de hoje mostra o perigo que envolve a auto-suficiência e o desrespeito às instruções divinas. Chega um momento em que a criatura se endurece. Nem mesmo cem açoites são capazes de fazer que volte do seu mau caminho.
O filósofo Curtis costumava dizer que “um cavalo é governado até pela sombra da chibata”. O quadro que o verso de hoje apresenta é de seres humanos que, na sua rebeldia, tornaram-se pior do que animais. Paulo se refere a esse tipo de pessoas, da seguinte maneira: “enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas... cuja mente é pervertida e privados da verdade”. I Tim. 6:4 e 5.
Preste atenção aos conselhos divinos. Faça de hoje um dia de obediência. Experimente a fórmula divina para o sucesso. Ninguém que o fez foi desapontado.
Diante de você há um novo dia, cheio de desafios. Enfrente-os em nome de Deus, sabendo que “mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato”. Texto de Alejandro Bullón.
A lei judaica permitia dar ao filho rebelde quarenta chibatadas. A figura de “cem açoites” que se menciona no texto de hoje é apenas uma referência à inutilidade de qualquer tentativa de instruir o insensato.
Em hebraico, existem pelo menos duas palavras para referir-se ao néscio. Kesyl, que significa estúpido, torpe, insensível. Ewiyl, que se refere ao depravado moral, o teimoso, o obstinado, como um animal que não cede, inflexível. Evidentemente, o insensato é uma mistura de todas essas características. O texto de hoje se refere à insensibilidade de algumas pessoas. Gente dominada por uma teimosia assustadora no modo de viver, mesmo sabendo que as coisas não dão certo desse jeito.
William Henleys, em seu famoso poema “Invictus”, disse: “Eu sou o dono do meu destino, o capitão da minha alma.” Até que ponto isso é verdade? Satanás disse a Eva no jardim: “Sereis como Deus...” E a humanidade de nossos dias parece acreditar. É assombrosa a quantidade de literatura que fala de “força interior”, “energia própria”, e “aura pessoal”. Jesus contradiz tudo ao afirmar: “Sem Mim nada podeis fazer.” João 15:5.
O texto de hoje mostra o perigo que envolve a auto-suficiência e o desrespeito às instruções divinas. Chega um momento em que a criatura se endurece. Nem mesmo cem açoites são capazes de fazer que volte do seu mau caminho.
O filósofo Curtis costumava dizer que “um cavalo é governado até pela sombra da chibata”. O quadro que o verso de hoje apresenta é de seres humanos que, na sua rebeldia, tornaram-se pior do que animais. Paulo se refere a esse tipo de pessoas, da seguinte maneira: “enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas... cuja mente é pervertida e privados da verdade”. I Tim. 6:4 e 5.
Preste atenção aos conselhos divinos. Faça de hoje um dia de obediência. Experimente a fórmula divina para o sucesso. Ninguém que o fez foi desapontado.
Diante de você há um novo dia, cheio de desafios. Enfrente-os em nome de Deus, sabendo que “mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato”. Texto de Alejandro Bullón.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Não brigue sem motivo
Jamais pleiteies com alguém sem razão, se te não houver feito mal. Prov. 3:30.
O leão dormia tranqüilo e o gambá veio importuná-lo: “Peleja comigo, leão covarde. Você diz que é o rei dos animais, mas tem medo de um simples gambá”, provocou o animalzinho atrevido. “Se eu pelejar contra você e, por essas coisas improváveis da vida, você vencer, amanhã todos os jornais publicarão a notícia: ‘O gambá venceu o leão’”, respondeu o rei dos animais. “Mas, se eu vencer, e com certeza é o que vai acontecer, não haverá notícia alguma. E o que é pior, eu ficarei cheirando mal durante um mês.”
Essa fábula, por mais engraçada que pareça, envolve a lição que Salomão quer nos ensinar. “Jamais pleiteies com alguém sem razão.” Qual é o mérito de brigar por qualquer motivo? Um grande número de mortes acontece porque alguém se achou no direito de “não engolir ofensas”. Outro dia, dois motoristas começaram a discutir porque um achou que o outro o havia ultrapassado perigosamente. Resultado: Um deles tirou um revólver e matou o outro a sangue-frio. Um foi parar no cemitério e o outro na prisão.
Poderia ter sido evitado um ato néscio como aquele? Que grande causa defendiam os dois com aquela discussão? Se você revisar alguns incidentes de sua própria vida, perceberá que a maioria das discussões poderia ter sido evitada.
Mas se você evitar sempre as discussões, os outros não se aproveitarão disso para deixá-lo de lado? É possível que sim. Só que o conselho bíblico é para evitar os pleitos “sem razão”. Quando está em jogo uma boa causa, ninguém deve se omitir de entrar na luta.
Sabedoria é saber identificar uma “boa causa”. Há pessoas que acham que revidar uma manobra brusca na estrada é uma boa causa. Que, se os canários do vizinho o acordam muito cedo, é uma causa digna de trocar impropérios e acabar nos tapas.
Se você separar tempo todos os dias para conversar com Deus e meditar na Sua palavra, com certeza o Senhor abrirá seus olhos e sua mente para saber distinguir a boa causa daquela que é insignificante.
Faça de hoje um dia de relacionamentos edificantes. Estenda a mão ao necessitado. Sorria ao triste, anime o desanimado. Comece com aqueles que estão perto de você, e lembre-se: “Jamais pleiteies com alguém sem razão, se te não houver feito mal.” Texto de Alejandro Bullón
O leão dormia tranqüilo e o gambá veio importuná-lo: “Peleja comigo, leão covarde. Você diz que é o rei dos animais, mas tem medo de um simples gambá”, provocou o animalzinho atrevido. “Se eu pelejar contra você e, por essas coisas improváveis da vida, você vencer, amanhã todos os jornais publicarão a notícia: ‘O gambá venceu o leão’”, respondeu o rei dos animais. “Mas, se eu vencer, e com certeza é o que vai acontecer, não haverá notícia alguma. E o que é pior, eu ficarei cheirando mal durante um mês.”
Essa fábula, por mais engraçada que pareça, envolve a lição que Salomão quer nos ensinar. “Jamais pleiteies com alguém sem razão.” Qual é o mérito de brigar por qualquer motivo? Um grande número de mortes acontece porque alguém se achou no direito de “não engolir ofensas”. Outro dia, dois motoristas começaram a discutir porque um achou que o outro o havia ultrapassado perigosamente. Resultado: Um deles tirou um revólver e matou o outro a sangue-frio. Um foi parar no cemitério e o outro na prisão.
Poderia ter sido evitado um ato néscio como aquele? Que grande causa defendiam os dois com aquela discussão? Se você revisar alguns incidentes de sua própria vida, perceberá que a maioria das discussões poderia ter sido evitada.
Mas se você evitar sempre as discussões, os outros não se aproveitarão disso para deixá-lo de lado? É possível que sim. Só que o conselho bíblico é para evitar os pleitos “sem razão”. Quando está em jogo uma boa causa, ninguém deve se omitir de entrar na luta.
Sabedoria é saber identificar uma “boa causa”. Há pessoas que acham que revidar uma manobra brusca na estrada é uma boa causa. Que, se os canários do vizinho o acordam muito cedo, é uma causa digna de trocar impropérios e acabar nos tapas.
Se você separar tempo todos os dias para conversar com Deus e meditar na Sua palavra, com certeza o Senhor abrirá seus olhos e sua mente para saber distinguir a boa causa daquela que é insignificante.
Faça de hoje um dia de relacionamentos edificantes. Estenda a mão ao necessitado. Sorria ao triste, anime o desanimado. Comece com aqueles que estão perto de você, e lembre-se: “Jamais pleiteies com alguém sem razão, se te não houver feito mal.” Texto de Alejandro Bullón
Assinar:
Postagens (Atom)