Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios. Sal. 103:2.
Um povo sem memória é um povo sem destino. Se você não sabe de onde vem, como saberá para onde vai? Você anda, mas para onde? Em que direção? O ser humano tem um apego inconsciente ao passado, apesar de sua vertiginosa projeção para o futuro. É de sua história que tira forças para continuar avançando, a despeito dos obstáculos que aparecem no caminho.
O salmista o convida hoje a “bendizer ao Senhor”. Bendizer, em português, vem da conjunção de duas palavras: dizer bem – falar bem, mesmo que as circunstâncias não sejam as melhores.
Mas por que haveríamos de falar bem de Deus se no presente tudo parece estar de cabeça para baixo? Davi nos dá a razão: “Não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Em outras palavras: Olhe para a sua história. Lembra-se de como o Senhor o conduziu no passado? Se você está vivo neste momento, se tem o que tem, embora seja pouco, é porque você se esforçou ou porque Deus abençoou o seu esforço?
No verso 7 deste salmo, o autor se refere à maneira maravilhosa como Deus conduziu Israel no passado, “manifestou os Seus caminhos a Moisés e os Seus feitos aos filhos de Israel”. Sal. 103:7. Que feitos? Abriu o Mar Vermelho, fez cair o maná dos céus, tirou água da rocha, derrotou os inimigos. É pouco? Ora, se Deus fez tudo isso no passado, não será capaz de fazer coisas maiores no presente?
Portanto, fale bem de Deus. “Bendize... ao Senhor”, apesar das nuvens e do céu escuro, a despeito das lágrimas e da dor. Deus continua sendo Deus. Não o abandonou. Não dorme nem descansa. Está mais presente do que você imagina.
Este salmo tem 22 versículos. O mesmo número de letras do alfabeto hebraico. Começa e termina da mesma maneira, dizendo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor.” Coincidência? Não. Beleza literária? Menos ainda. Simplesmente confiança de que amanhã será outro dia e o sol nascerá de novo.
Por isso, antes de revisar a sua agenda diária, repita para si mesmo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Texto de Alejandro Bullón.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Conquiste corações
O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios. Prov. 16:23.
Tenho em minhas mãos um livro intitulado Sete Segredos Para Uma Comunicação Persuasiva. Fala de técnicas, de psicologia, de princípios que levam as pessoas a tomarem decisões. Mas não menciona o que o texto bíblico de hoje ensina. O mencionado livro foi publicado em várias línguas e é comprado e lido pelas pessoas interessadas na área das comunicações.
O princípio bíblico de uma comunicação persuasiva é diferente. Não consiste no que você fala nem como você fala, mas no que você é. O fundamento da comunicação poderosa está no coração.
“O coração do sábio é mestre de sua boca”, diz o texto. É o que você é que dá força ao que você diz. As pessoas geralmente fazem o que vêem. Ouvem as suas palavras, mas seguem as suas pegadas. Podem, por algum motivo, duvidar do que você diz, mas acreditarão na coerência de sua vida.
Todos os dias, em todos os lugares, por vontade própria ou não, estamos vendendo a nossa imagem. Se as pessoas comprarem o seu produto, você se sentirá realizado e feliz. De outro modo, a frustração encherá a sua vida de amargura.
Esse tipo de venda é comunicação. Você é um comunicador. Está vivo, está comunicando, e precisa ser persuasivo no que faz. Só que persuasão não é assunto de técnica nem de “chavões” aprendidos. Não tem nada que ver com gestos ou sorrisos pré-fabricados. Tudo isso é artificial e, mais cedo ou mais tarde, as pessoas percebem.
Persuasão tem que ver com o coração e a vida. Você vai a Jesus. Ele o transforma e, a partir desse momento, você passa a viver com sabedoria. Seu coração é um manancial de sentimentos nobres, altruístas e genuínos. Não é nada pensado. Nada fabricado. Nem estudado, nem aprendido. Você simplesmente é o que Jesus fez de você, e esse é um quadro maravilhoso que deslumbra muita gente. Você nem percebe. Os outros, sim.
Faça de hoje um dia de entrega a Jesus. Entregue-Lhe o coração para ser transformado. Chore aos Seus pés. Conte-Lhe as suas lutas e confie nEle, porque “o coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios”. Texto de Alejandro Bullón.
Tenho em minhas mãos um livro intitulado Sete Segredos Para Uma Comunicação Persuasiva. Fala de técnicas, de psicologia, de princípios que levam as pessoas a tomarem decisões. Mas não menciona o que o texto bíblico de hoje ensina. O mencionado livro foi publicado em várias línguas e é comprado e lido pelas pessoas interessadas na área das comunicações.
O princípio bíblico de uma comunicação persuasiva é diferente. Não consiste no que você fala nem como você fala, mas no que você é. O fundamento da comunicação poderosa está no coração.
“O coração do sábio é mestre de sua boca”, diz o texto. É o que você é que dá força ao que você diz. As pessoas geralmente fazem o que vêem. Ouvem as suas palavras, mas seguem as suas pegadas. Podem, por algum motivo, duvidar do que você diz, mas acreditarão na coerência de sua vida.
Todos os dias, em todos os lugares, por vontade própria ou não, estamos vendendo a nossa imagem. Se as pessoas comprarem o seu produto, você se sentirá realizado e feliz. De outro modo, a frustração encherá a sua vida de amargura.
Esse tipo de venda é comunicação. Você é um comunicador. Está vivo, está comunicando, e precisa ser persuasivo no que faz. Só que persuasão não é assunto de técnica nem de “chavões” aprendidos. Não tem nada que ver com gestos ou sorrisos pré-fabricados. Tudo isso é artificial e, mais cedo ou mais tarde, as pessoas percebem.
Persuasão tem que ver com o coração e a vida. Você vai a Jesus. Ele o transforma e, a partir desse momento, você passa a viver com sabedoria. Seu coração é um manancial de sentimentos nobres, altruístas e genuínos. Não é nada pensado. Nada fabricado. Nem estudado, nem aprendido. Você simplesmente é o que Jesus fez de você, e esse é um quadro maravilhoso que deslumbra muita gente. Você nem percebe. Os outros, sim.
Faça de hoje um dia de entrega a Jesus. Entregue-Lhe o coração para ser transformado. Chore aos Seus pés. Conte-Lhe as suas lutas e confie nEle, porque “o coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios”. Texto de Alejandro Bullón.
A primeira decisão
Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações. Sal. 107:6.
A decisão que tomei, naquela tarde, me pareceu acertada. Estávamos em Terra de Areia, um pequeno povoado no sul do Brasil. Pensei que, se seguíssemos aquele atalho de terra, chegaríamos mais rápido a Capão da Canoa, a praia onde passaríamos a noite. Minha esposa e meus filhos concordaram com a decisão.
Nos primeiros quilômetros tudo ia bem, até que achamos uma estrada cheia de buracos e pedras. Furaram dois pneus, e não tínhamos como resolver o problema. Anoitecia na estrada solitária e longe de qualquer ajuda. “Filhos”, eu disse impaciente, “escolher este caminho foi a pior decisão que poderíamos ter tomado.” Mentira! Naquelas circunstâncias, a pior decisão foi permitir que o desânimo entrasse em meu coração.
Todos os dias, em todos os lugares, por diferentes motivos, aparecem problemas. Decidir é o primeiro passo na solução deles. A decisão que você tomará hoje em relação a qualquer obstáculo, não é sobre o que vai fazer, mas sobre o que vai pensar. Se escolher o pensamento errado, entrará no caminho escabroso da autocompaixão. Se você clamar a Deus e permitir que Ele enriqueça seus pensamentos, estará em condições de ver a solução do problema.
Como Deus o livra na hora da angústia? Não necessariamente através de um milagre. Tem gente que contempla a vida passar, à espera de um milagre que nunca acontece. E a responsabilidade que você tem para com a própria vida, onde fica? Você precisa decidir, mesmo que essa decisão não o leve de início à solução do problema.
A reação natural do ser humano quando as coisas não saem do jeito que ele quer, é dizer: Tinha que fazê-lo; não havia alternativa. A realidade é que sempre existe a possibilidade de decidir. Sempre. Inclusive, quando uma pessoa não decide, já decidiu. Decidiu pela mediocridade e o conformismo, que podem se esconder atrás da expressão: “Estou esperando no Senhor.”
O salmo de hoje relata a peregrinação de Israel pelo deserto. O povo estava perdido. Qualquer decisão que tomasse o levaria para a ruína. “Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações.” Pense nisso hoje, antes de tomar qualquer decisão. Texto de Alejandro Bullón.
A decisão que tomei, naquela tarde, me pareceu acertada. Estávamos em Terra de Areia, um pequeno povoado no sul do Brasil. Pensei que, se seguíssemos aquele atalho de terra, chegaríamos mais rápido a Capão da Canoa, a praia onde passaríamos a noite. Minha esposa e meus filhos concordaram com a decisão.
Nos primeiros quilômetros tudo ia bem, até que achamos uma estrada cheia de buracos e pedras. Furaram dois pneus, e não tínhamos como resolver o problema. Anoitecia na estrada solitária e longe de qualquer ajuda. “Filhos”, eu disse impaciente, “escolher este caminho foi a pior decisão que poderíamos ter tomado.” Mentira! Naquelas circunstâncias, a pior decisão foi permitir que o desânimo entrasse em meu coração.
Todos os dias, em todos os lugares, por diferentes motivos, aparecem problemas. Decidir é o primeiro passo na solução deles. A decisão que você tomará hoje em relação a qualquer obstáculo, não é sobre o que vai fazer, mas sobre o que vai pensar. Se escolher o pensamento errado, entrará no caminho escabroso da autocompaixão. Se você clamar a Deus e permitir que Ele enriqueça seus pensamentos, estará em condições de ver a solução do problema.
Como Deus o livra na hora da angústia? Não necessariamente através de um milagre. Tem gente que contempla a vida passar, à espera de um milagre que nunca acontece. E a responsabilidade que você tem para com a própria vida, onde fica? Você precisa decidir, mesmo que essa decisão não o leve de início à solução do problema.
A reação natural do ser humano quando as coisas não saem do jeito que ele quer, é dizer: Tinha que fazê-lo; não havia alternativa. A realidade é que sempre existe a possibilidade de decidir. Sempre. Inclusive, quando uma pessoa não decide, já decidiu. Decidiu pela mediocridade e o conformismo, que podem se esconder atrás da expressão: “Estou esperando no Senhor.”
O salmo de hoje relata a peregrinação de Israel pelo deserto. O povo estava perdido. Qualquer decisão que tomasse o levaria para a ruína. “Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e Ele os livrou das suas tribulações.” Pense nisso hoje, antes de tomar qualquer decisão. Texto de Alejandro Bullón.
Ignomínia e vergonha
Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha. Prov. 18:3.
No livro de Provérbios, sabedoria e insensatez são os únicos caminhos que o homem tem diante de si. Ele precisa escolher um. Não decidir já é trilhar a senda da insensatez. A Bíblia chama o insensato de tolo e louco. A palavra hebraica para insensato é enêl, que significa “falta de sabedoria”. Não existe tragédia maior que a falta de sabedoria.
O insensato acha que sabe tudo e que não precisa de instrução, muito menos se ela vem de um Deus a quem não pode ver nem tocar. Age tolamente. Não tem consciência de seus atos. Ele se orgulha e se vangloria deles.
Segundo o provérbio de hoje, o fim do insensato é vergonha e ignomínia. O tempo se encarrega de expor sua triste realidade diante das pessoas. Ele o fez com Saul. O rei tolo de Israel desprezou os conselhos divinos, viveu uma vida insensata e acabou derrotado por seus inimigos. Um dia, eles cortaram sua cabeça e fixaram o corpo do rei insensato no muro de Bete-Seã (I Sam. 31:9 e 10) para ser visto por todas as pessoas.
Contrariamente à vida do insensato, o sábio é aquele que ouve e segue os conselhos divinos. Deus livra o sábio da vergonha e da ignomínia. Ele o exalta e o coloca nas alturas da terra.
Se Deus é a fonte da sabedoria, a pessoa só é sábia quando vive em permanente companheirismo com Ele. Eis a importância de buscá-Lo em oração e meditação diária. Passar tempo com Jesus não é perder tempo. É dEle que vêm a inspiração, a sabedoria e a força para vencer.
Você precisa de sabedoria para o seu casamento? Na vida, nos negócios, no emprego, nas suas relações humanas, como pai, filho, ou simplesmente como ser humano? Abra o coração a Jesus e peça Sua orientação para as difíceis situações que você precisa enfrentar hoje. Se fizer assim, tudo vai dar certo. Se não o fizer, lembre-se de que “vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha”. Texto de Alejandro Bullón
No livro de Provérbios, sabedoria e insensatez são os únicos caminhos que o homem tem diante de si. Ele precisa escolher um. Não decidir já é trilhar a senda da insensatez. A Bíblia chama o insensato de tolo e louco. A palavra hebraica para insensato é enêl, que significa “falta de sabedoria”. Não existe tragédia maior que a falta de sabedoria.
O insensato acha que sabe tudo e que não precisa de instrução, muito menos se ela vem de um Deus a quem não pode ver nem tocar. Age tolamente. Não tem consciência de seus atos. Ele se orgulha e se vangloria deles.
Segundo o provérbio de hoje, o fim do insensato é vergonha e ignomínia. O tempo se encarrega de expor sua triste realidade diante das pessoas. Ele o fez com Saul. O rei tolo de Israel desprezou os conselhos divinos, viveu uma vida insensata e acabou derrotado por seus inimigos. Um dia, eles cortaram sua cabeça e fixaram o corpo do rei insensato no muro de Bete-Seã (I Sam. 31:9 e 10) para ser visto por todas as pessoas.
Contrariamente à vida do insensato, o sábio é aquele que ouve e segue os conselhos divinos. Deus livra o sábio da vergonha e da ignomínia. Ele o exalta e o coloca nas alturas da terra.
Se Deus é a fonte da sabedoria, a pessoa só é sábia quando vive em permanente companheirismo com Ele. Eis a importância de buscá-Lo em oração e meditação diária. Passar tempo com Jesus não é perder tempo. É dEle que vêm a inspiração, a sabedoria e a força para vencer.
Você precisa de sabedoria para o seu casamento? Na vida, nos negócios, no emprego, nas suas relações humanas, como pai, filho, ou simplesmente como ser humano? Abra o coração a Jesus e peça Sua orientação para as difíceis situações que você precisa enfrentar hoje. Se fizer assim, tudo vai dar certo. Se não o fizer, lembre-se de que “vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha”. Texto de Alejandro Bullón
deteste o mal
Vós que amais o Senhor, detestai o mal; Ele guarda a alma do Seus santos, livra-os da mão dos ímpios. Sal. 97:10.
Muita gente olha para este texto como uma ordem arbitrária de um Deus intransigente. A ordem é “detestai o mal”. Pior ainda, ela vem acompanhada de uma aparente chantagem emocional: “Vós que amais o Senhor.” As pessoas que olham para o verso por esse prisma, esquecem-se de ler as duas promessas que o texto traz: “Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Nenhum conselho divino é arbitrário. Suas ordens mostram o caminho da felicidade.
De que maneira amar o Senhor e detestar o mal guardam a alma de uma pessoa? O mundo inconsciente é misterioso. Há ocasiões em que o consciente é tomado pelo medo. Não consegue administrar uma situação dolorosa e esconde-se. Mas o inconsciente não tem para onde fugir. Ele encara as situações mais dolorosas e reage muitas vezes através de males físicos e emocionais. Portanto, uma pessoa que diz amar a Deus e não se afasta do mal, cedo ou tarde, vai ver no seu corpo ou nas suas emoções as feridas que sua vida incoerente produziu.
Quando Deus aconselha aos que dizem andar nos Seus caminhos que detestem o mal, não está simplesmente dando uma ordem arbitrária. Está preocupado com a felicidade deles.
A promessa é: “Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Que ímpios são esses? No Evangelho de Mateus está registrada a parábola do credor que foi perdoado, mas não quis perdoar. A condenação para ele foi: “O seu senhor o entregou aos verdugos.” Mat. 18:34. Aquele servo mau foi entregue aos seus verdugos porque não havia coerência em sua vida. No texto de hoje, Deus promete livrar da mão dos seus inimigos, verdugos ou fantasmas interiores, aquele que diz amar a Deus e não se afasta do mal.
Hoje é um novo dia. Graças a Deus que cada amanhecer traz uma nova oportunidade. Com a ajuda de Deus, faça de hoje um dia de coerência e de vitória. Leve a sério o conselho divino para uma vida feliz: “Vós que amais o Senhor, detestai o mal; Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Texto de Alejandro Bullón
Muita gente olha para este texto como uma ordem arbitrária de um Deus intransigente. A ordem é “detestai o mal”. Pior ainda, ela vem acompanhada de uma aparente chantagem emocional: “Vós que amais o Senhor.” As pessoas que olham para o verso por esse prisma, esquecem-se de ler as duas promessas que o texto traz: “Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Nenhum conselho divino é arbitrário. Suas ordens mostram o caminho da felicidade.
De que maneira amar o Senhor e detestar o mal guardam a alma de uma pessoa? O mundo inconsciente é misterioso. Há ocasiões em que o consciente é tomado pelo medo. Não consegue administrar uma situação dolorosa e esconde-se. Mas o inconsciente não tem para onde fugir. Ele encara as situações mais dolorosas e reage muitas vezes através de males físicos e emocionais. Portanto, uma pessoa que diz amar a Deus e não se afasta do mal, cedo ou tarde, vai ver no seu corpo ou nas suas emoções as feridas que sua vida incoerente produziu.
Quando Deus aconselha aos que dizem andar nos Seus caminhos que detestem o mal, não está simplesmente dando uma ordem arbitrária. Está preocupado com a felicidade deles.
A promessa é: “Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Que ímpios são esses? No Evangelho de Mateus está registrada a parábola do credor que foi perdoado, mas não quis perdoar. A condenação para ele foi: “O seu senhor o entregou aos verdugos.” Mat. 18:34. Aquele servo mau foi entregue aos seus verdugos porque não havia coerência em sua vida. No texto de hoje, Deus promete livrar da mão dos seus inimigos, verdugos ou fantasmas interiores, aquele que diz amar a Deus e não se afasta do mal.
Hoje é um novo dia. Graças a Deus que cada amanhecer traz uma nova oportunidade. Com a ajuda de Deus, faça de hoje um dia de coerência e de vitória. Leve a sério o conselho divino para uma vida feliz: “Vós que amais o Senhor, detestai o mal; Ele guarda a alma dos Seus santos, livra-os da mão dos ímpios.” Texto de Alejandro Bullón
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Fale com doçura
O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber. Prov. 16:21.
Palavras! Palavras! Palavras! “Pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras serás condenado”, disse um dia Jesus, dirigindo-Se a um grupo de religiosos que usavam o instrumento chamado palavra para destruir vidas. Hoje, vem Salomão e aconselha que “a doçura no falar aumenta o saber”.
Os fariseus a quem Jesus Se dirigira naquele dia talvez não estivessem irados no que falavam, mas certamente estavam completamente equivocados na maneira de dizer as coisas. E se é verdade que “da abundância do coração fala a boca”, então o problema dos fariseus não estava na boca, mas no coração.
Outro dia, fui ao médico. Ele me perguntou o que estava sentindo. Estava sentindo-me cansado fisicamente. O médico me mandou sentar e disse: “Abra a boca e mostre a língua.” Dentro de mim, pensei: “O que tem a ver o cansaço físico que estou sentindo com a minha língua?”
Na vida espiritual também é assim. A língua, o modo como usamos a palavra, revela o que existe no coração. Se você não tem uma experiência viva com Deus e Ele não colocou em ordem seu mundo interior, como pode a sua palavra ser doce e edificante?
No verso de hoje, o autor começa dizendo: “O sábio de coração...” Depois, menciona “a doçura no falar”. Confirma-se assim a relação direta entre o coração e as coisas que dizemos e como as expressamos.
Houve um homem no primeiro século que usava suas palavras e atitudes para atacar e perseguir cristãos. Um dia, a caminho de Damasco, encontrou-se com Jesus. A partir desse instante, sua boca transformou-se num instrumento para anunciar as boas-novas de salvação. Seu nome era Saulo de Tarso. Transformado, passou a chamar-se Paulo.
Todos nós podemos encontrar-nos com Jesus diariamente e sermos sábios. O coração do homem sábio é um manancial de bênçãos. As suas palavras são água fresca para aliviar o cansaço de gente que sofre por causa das pressões deste mundo injusto.
Gostaria você de ser um manancial de bênçãos? Poderia propor no seu coração usar, consciente e determinadamente, as suas palavras para curar feridas, aliviar dores e restaurar gente triste? Lembre-se de que “o sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber”. Texto de Alejandro Bullón.
Palavras! Palavras! Palavras! “Pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras serás condenado”, disse um dia Jesus, dirigindo-Se a um grupo de religiosos que usavam o instrumento chamado palavra para destruir vidas. Hoje, vem Salomão e aconselha que “a doçura no falar aumenta o saber”.
Os fariseus a quem Jesus Se dirigira naquele dia talvez não estivessem irados no que falavam, mas certamente estavam completamente equivocados na maneira de dizer as coisas. E se é verdade que “da abundância do coração fala a boca”, então o problema dos fariseus não estava na boca, mas no coração.
Outro dia, fui ao médico. Ele me perguntou o que estava sentindo. Estava sentindo-me cansado fisicamente. O médico me mandou sentar e disse: “Abra a boca e mostre a língua.” Dentro de mim, pensei: “O que tem a ver o cansaço físico que estou sentindo com a minha língua?”
Na vida espiritual também é assim. A língua, o modo como usamos a palavra, revela o que existe no coração. Se você não tem uma experiência viva com Deus e Ele não colocou em ordem seu mundo interior, como pode a sua palavra ser doce e edificante?
No verso de hoje, o autor começa dizendo: “O sábio de coração...” Depois, menciona “a doçura no falar”. Confirma-se assim a relação direta entre o coração e as coisas que dizemos e como as expressamos.
Houve um homem no primeiro século que usava suas palavras e atitudes para atacar e perseguir cristãos. Um dia, a caminho de Damasco, encontrou-se com Jesus. A partir desse instante, sua boca transformou-se num instrumento para anunciar as boas-novas de salvação. Seu nome era Saulo de Tarso. Transformado, passou a chamar-se Paulo.
Todos nós podemos encontrar-nos com Jesus diariamente e sermos sábios. O coração do homem sábio é um manancial de bênçãos. As suas palavras são água fresca para aliviar o cansaço de gente que sofre por causa das pressões deste mundo injusto.
Gostaria você de ser um manancial de bênçãos? Poderia propor no seu coração usar, consciente e determinadamente, as suas palavras para curar feridas, aliviar dores e restaurar gente triste? Lembre-se de que “o sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber”. Texto de Alejandro Bullón.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Deus ama a Justiça
És rei poderoso que ama a justiça; Tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó. Sal. 99:4.
Está triste porque alguém cometeu uma injustiça contra você? Pense no conselho bíblico de hoje. Vivemos num mundo de injustiças. Volta e meia você se depara com situações que revoltam o seu espírito. Os juízes erram. Nem tanto por incapacidade, mas pela fragilidade das leis humanas. Quem tem dinheiro paga advogados espertos, que pegam uma letra da própria lei para burlar a justiça.
Essa cultura de injustiça que permeia nossa cultura nos torna, de alguma forma, também injustos. Quem não tenta obter vantagem de alguma circunstância? Quem não se vê tentando driblar, “de leve”, as normas estabelecidas para a convivência sadia da sociedade?
O poder torna as pessoas mais injustas. Alguém disse: “Se você quer conhecer de verdade uma pessoa, entregue-lhe o poder.” E é verdade. O poder confunde, ofusca a visão, distorce o caráter. Ou, talvez, cria as condições para que a verdadeira personalidade se revele.
No texto de hoje, o salmista menciona Deus como fonte de poder, justiça e eqüidade. Deus é a fonte de justiça verdadeira. É impossível exercer justiça sem o temor de Deus. Inútil querer praticar a justiça, separado de Deus.
Distante de Deus, o poder torna a pessoa injusta, abusiva e arbitrária. Qualquer poder que não provém de Deus é destrutivo e subjugador. O verdadeiro líder não é aquele que exerce poder sobre seus liderados. Mas aquele que administra o poder para fazer felizes as pessoas. Estas o seguem voluntariamente.
Foi assim que Jesus conquistou o coração da humanidade. O fato de ser Deus lhe daria direito a obrigar todo o mundo a segui-Lo, mas Ele morreu como servo. E, com a Sua morte, conquistou multidões. De um punhado de seguidores, na hora da Sua morte, nasceram os milhões que hoje O seguem espontaneamente.
Para que serve o poder nas mãos? Que tipo de líder é você? Para onde vai? O que pretende? Quais são os objetivos de sua vida?
Antes de iniciar suas atividades hoje, diga a Deus em seu coração: “És rei poderoso que ama a justiça; Tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó.” Texto de Alejandro Bullón.
Está triste porque alguém cometeu uma injustiça contra você? Pense no conselho bíblico de hoje. Vivemos num mundo de injustiças. Volta e meia você se depara com situações que revoltam o seu espírito. Os juízes erram. Nem tanto por incapacidade, mas pela fragilidade das leis humanas. Quem tem dinheiro paga advogados espertos, que pegam uma letra da própria lei para burlar a justiça.
Essa cultura de injustiça que permeia nossa cultura nos torna, de alguma forma, também injustos. Quem não tenta obter vantagem de alguma circunstância? Quem não se vê tentando driblar, “de leve”, as normas estabelecidas para a convivência sadia da sociedade?
O poder torna as pessoas mais injustas. Alguém disse: “Se você quer conhecer de verdade uma pessoa, entregue-lhe o poder.” E é verdade. O poder confunde, ofusca a visão, distorce o caráter. Ou, talvez, cria as condições para que a verdadeira personalidade se revele.
No texto de hoje, o salmista menciona Deus como fonte de poder, justiça e eqüidade. Deus é a fonte de justiça verdadeira. É impossível exercer justiça sem o temor de Deus. Inútil querer praticar a justiça, separado de Deus.
Distante de Deus, o poder torna a pessoa injusta, abusiva e arbitrária. Qualquer poder que não provém de Deus é destrutivo e subjugador. O verdadeiro líder não é aquele que exerce poder sobre seus liderados. Mas aquele que administra o poder para fazer felizes as pessoas. Estas o seguem voluntariamente.
Foi assim que Jesus conquistou o coração da humanidade. O fato de ser Deus lhe daria direito a obrigar todo o mundo a segui-Lo, mas Ele morreu como servo. E, com a Sua morte, conquistou multidões. De um punhado de seguidores, na hora da Sua morte, nasceram os milhões que hoje O seguem espontaneamente.
Para que serve o poder nas mãos? Que tipo de líder é você? Para onde vai? O que pretende? Quais são os objetivos de sua vida?
Antes de iniciar suas atividades hoje, diga a Deus em seu coração: “És rei poderoso que ama a justiça; Tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó.” Texto de Alejandro Bullón.
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