Sacia-nos de manhã com a Tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias. Sal. 90:14.
É madrugada em Brasília. Acordei cedo. Mais cedo que de costume. Precisava fazê-lo. Tenho um grande desafio diante de mim e aprendi que a melhor maneira de enfrentar desafios é buscando ao Senhor. “Sacia-nos de manhã com a Tua benignidade”, aconselha Moisés. Este salmo foi escrito por ele. É uma oração que ele fez diante da enorme responsabilidade de conduzir Israel à terra prometida e perceber que tinha pouco tempo para cumprir sua missão.
“Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos.” Sal. 90:10.
A vida passa rapidamente. Repentinamente, você abre os olhos diante do espelho e percebe cabelo branco na cabeça e rugas no rosto. Ainda ontem você era um jovem com a vida desabrochando. O que aconteceu? “Nós voamos”, é a resposta de Moisés.
Se temos tanto para fazer e tão pouco tempo para realizar, precisamos saciar-nos de manhã com a benignidade do Senhor.
No Brasil, temos um ditado: “Saco vazio não pára em pé.” Seria a versão popular do conselho de Moisés. Gastar tempo com Deus é inversão. Experimente. O dia que tiver mais dificuldades, quando você sentir que os desafios são maiores do que suas forças, esqueça tudo e, de manhã, fique a sós com Jesus. Abra-Lhe o coração. Diga-Lhe que está com medo, que precisa de forças, que talvez não sabe qual é a melhor saída.
Você verá. Não é possível explicar com palavras. Você simplesmente verá como as coisas se descomplicam naturalmente. A luz entra na mente confusa. O temor desaparece. O céu fica azul e você está pronto a viver o mais extraordinário dia de sua vida.
Faça dessa experiência uma realidade, hoje. Moisés afirma que o resultado será um cântico de júbilo no coração. Júbilo é a explosão de gratidão e de louvor. Endorfina pura. Um coquetel vitamínico para a alma agoniada pelos pesares da vida.
Parta agora para a luta do dia, conservando esta oração: “Sacia-nos de manhã com a Tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias.” Texto de Alejandro Bullón.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Administre a Justiça
Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos. Prov. 18:5.
Alguma vez o veredicto de um processo lhe foi desfavorável? Você tinha certeza de que estava reclamando algo justo e, no entanto, prevaleceu a injustiça? Nos tempos bíblicos, havia juízes que vendiam a justiça. Havia também testemunhas falsas que, por uma quantia de dinheiro, afirmavam o que nunca tinham visto. Pessoas inocentes eram declaradas culpadas, e culpados eram inocentados. Aonde você vai buscar justiça quando os encarregados de administrá-la se compram e se vendem? Faz justiça com suas próprias mãos? Aceita passivamente os “erros” judiciais? Tem gente que reclama, esperneia e grita. A administração errada da justiça pode gerar o caos social.
A advertência de Salomão hoje não é por causa de um possível conflito social. A expressão “não é bom”, com a qual começa o texto, repete-se muitas vezes no livro de Provérbios. Tem que ver com chamadas de atenção para encontrar o caminho da felicidade. O propósito da Bíblia é ensinar.
Todos nós administramos justiça. De um modo ou de outro, em menor ou maior grau. Todos os dias estamos emitindo opiniões, influenciando, dando ou recebendo ordens. O pai em casa, o gerente na empresa, o chefe na fábrica etc. Cada dia precisamos ficar do lado do bem ou do mal. Não existe terreno neutro. Omitir-se é deixar de viver.
O conselho bíblico de hoje tem como objetivo levar o ser humano a alcançar a paz interior. Não existe melhor comprimido para dormir do que a satisfação do dever cumprido e a voz da consciência aprovando as decisões.
Seja um homem justo. Permita que Jesus e seus valores espirituais habitem no seu coração. Jesus abre os olhos para ver o que outros não vêem. Ele ilumina a mente e o coração, inspira e dá sabedoria. Ninguém foi a Ele e voltou frustrado.
Seja firme. Tome posições. A chave do fracasso é tentar agradar a todo o mundo. Não é isso que Deus nem as pessoas esperam de você. Não é desse modo que você terá paz no coração.
Hoje é um novo dia. Olhe para sua família à sua volta. Administre a justiça entre eles com sabedoria. E lembre-se: “Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.” Texto de Alejandro Bullón.
Alguma vez o veredicto de um processo lhe foi desfavorável? Você tinha certeza de que estava reclamando algo justo e, no entanto, prevaleceu a injustiça? Nos tempos bíblicos, havia juízes que vendiam a justiça. Havia também testemunhas falsas que, por uma quantia de dinheiro, afirmavam o que nunca tinham visto. Pessoas inocentes eram declaradas culpadas, e culpados eram inocentados. Aonde você vai buscar justiça quando os encarregados de administrá-la se compram e se vendem? Faz justiça com suas próprias mãos? Aceita passivamente os “erros” judiciais? Tem gente que reclama, esperneia e grita. A administração errada da justiça pode gerar o caos social.
A advertência de Salomão hoje não é por causa de um possível conflito social. A expressão “não é bom”, com a qual começa o texto, repete-se muitas vezes no livro de Provérbios. Tem que ver com chamadas de atenção para encontrar o caminho da felicidade. O propósito da Bíblia é ensinar.
Todos nós administramos justiça. De um modo ou de outro, em menor ou maior grau. Todos os dias estamos emitindo opiniões, influenciando, dando ou recebendo ordens. O pai em casa, o gerente na empresa, o chefe na fábrica etc. Cada dia precisamos ficar do lado do bem ou do mal. Não existe terreno neutro. Omitir-se é deixar de viver.
O conselho bíblico de hoje tem como objetivo levar o ser humano a alcançar a paz interior. Não existe melhor comprimido para dormir do que a satisfação do dever cumprido e a voz da consciência aprovando as decisões.
Seja um homem justo. Permita que Jesus e seus valores espirituais habitem no seu coração. Jesus abre os olhos para ver o que outros não vêem. Ele ilumina a mente e o coração, inspira e dá sabedoria. Ninguém foi a Ele e voltou frustrado.
Seja firme. Tome posições. A chave do fracasso é tentar agradar a todo o mundo. Não é isso que Deus nem as pessoas esperam de você. Não é desse modo que você terá paz no coração.
Hoje é um novo dia. Olhe para sua família à sua volta. Administre a justiça entre eles com sabedoria. E lembre-se: “Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.” Texto de Alejandro Bullón.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Socorra o fraco
Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios. Sal. 82:4.
Aquela madrugada gelada de janeiro se tornaria inesquecível na minha vida. Era um dos invernos mais frios nos Estados Unidos. Nevada em Dallas, o que é muito raro. A temperatura estava abaixo de zero. Quase congelado, eu esperava que Deus enviasse alguém para me socorrer. Ao longe, vi a luz de um veículo que se aproximava. Era um caminhão. O motorista foi gentil. Rebocou o meu carro até um posto de gasolina. Ao despedir-me, agradeci: “Muito obrigado. Você literalmente salvou a minha vida. Não imagina o bem que me fez.”
“Bem a você? Nada”, respondeu ele. “Você não imagina o bem que isso fez a mim mesmo.”
Nunca esqueci aquelas palavras. E hoje, ao comentar este provérbio, a primeira coisa que veio à minha mente foi a lembrança daquele desconhecido e sua estranha maneira de ver a vida.
Cada vez que você ajuda alguém, a primeira pessoa a ser beneficiada é você mesma. Qualquer tempo, aparentemente perdido fazendo o bem, é tempo ganho.
Quando Deus diz: “Socorrei o fraco e o necessitado”, não está colocando diante de nós uma norma de bom comportamento. Está mostrando uma maneira de ser feliz. Fazer o bem traz paz ao coração. Muitos psicanalistas levam as pessoas a pensarem menos em si mesmas e mais em ajudar o próximo, como um meio de acalmar a ansiedade.
Atos de crueldade só trazem tormento ao coração. Angústia, desespero, vazio, e solidão são sintomas de que algo está errado no interior do ser humano.
Jesus deseja acalmar a ansiedade. Um dos instrumentos para isso é o próprio ato de bondade de Seus filhos. Esse é o caminho para conduzi-los a dimensões da vida que não conheceriam de outro modo.
Abra hoje o coração a Jesus. Permita que Ele habite em você. Saia para cumprir seus compromissos. Tenha certeza de que Jesus está no controle dos seus sentimentos, pensamentos e atos. Vá com os olhos dispostos a enxergar a necessidade alheia. Isso diminuirá a tristeza e a ansiedade. Ao longo do dia, lembre-se da advertência divina: “Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.” Texto de Alejandro Bullón.
Aquela madrugada gelada de janeiro se tornaria inesquecível na minha vida. Era um dos invernos mais frios nos Estados Unidos. Nevada em Dallas, o que é muito raro. A temperatura estava abaixo de zero. Quase congelado, eu esperava que Deus enviasse alguém para me socorrer. Ao longe, vi a luz de um veículo que se aproximava. Era um caminhão. O motorista foi gentil. Rebocou o meu carro até um posto de gasolina. Ao despedir-me, agradeci: “Muito obrigado. Você literalmente salvou a minha vida. Não imagina o bem que me fez.”
“Bem a você? Nada”, respondeu ele. “Você não imagina o bem que isso fez a mim mesmo.”
Nunca esqueci aquelas palavras. E hoje, ao comentar este provérbio, a primeira coisa que veio à minha mente foi a lembrança daquele desconhecido e sua estranha maneira de ver a vida.
Cada vez que você ajuda alguém, a primeira pessoa a ser beneficiada é você mesma. Qualquer tempo, aparentemente perdido fazendo o bem, é tempo ganho.
Quando Deus diz: “Socorrei o fraco e o necessitado”, não está colocando diante de nós uma norma de bom comportamento. Está mostrando uma maneira de ser feliz. Fazer o bem traz paz ao coração. Muitos psicanalistas levam as pessoas a pensarem menos em si mesmas e mais em ajudar o próximo, como um meio de acalmar a ansiedade.
Atos de crueldade só trazem tormento ao coração. Angústia, desespero, vazio, e solidão são sintomas de que algo está errado no interior do ser humano.
Jesus deseja acalmar a ansiedade. Um dos instrumentos para isso é o próprio ato de bondade de Seus filhos. Esse é o caminho para conduzi-los a dimensões da vida que não conheceriam de outro modo.
Abra hoje o coração a Jesus. Permita que Ele habite em você. Saia para cumprir seus compromissos. Tenha certeza de que Jesus está no controle dos seus sentimentos, pensamentos e atos. Vá com os olhos dispostos a enxergar a necessidade alheia. Isso diminuirá a tristeza e a ansiedade. Ao longo do dia, lembre-se da advertência divina: “Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.” Texto de Alejandro Bullón.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Fuja da ingratidão
Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa. Prov. 17:13.
A ingratidão é um defeito de caráter. Segundo a teologia hebraica, se o homem pagasse o bem com o mal deveria receber a retribuição divina do sofrimento. Tudo o que acontecesse no mundo, fosse bem ou mal, pela teologia hebraica seria atribuído a Deus, porque Ele é o criador e o controlador do Universo.
A realidade é que o homem colhe o que planta. É a lei da vida. Você não pode plantar bananas e colher maçãs. O tempo da colheita pode demorar, mas chegará o dia em que finalmente o ingrato, o perverso, o homem mau receberão as conseqüências de seus próprios atos. Não é castigo divino. É resultado natural da maldade.
O verbo de hoje vai mais longe. Ao dizer: “Não se apartará o mal da sua casa”, inclui a família. Pode dar a impressão de injustiça, mas as conseqüências alcançam os filhos. Cada um é responsável de administrar a vida, consciente das conseqüências de seus atos.
Jesus não estabelece apenas o código de ética que a humanidade deve seguir para ser feliz. Isso seria moralismo. Você não precisa de Deus para ser honesto e respeitar a vida das pessoas. Existem bons cidadãos, possuidores de uma conduta impecável, sem a ajuda nem a participação de Deus.
O cristianismo não é só mudança de fachada. Não se trata de pintar as paredes exteriores de branco, enquanto as colunas interiores estão a ponto de desabar. Nem se trata de colocar um band-aid sobre ferida gangrenada. Jesus cura por dentro, limpa a fonte das intenções, transforma a natureza interior, coloca paz no coração. Então, a criatura passa a ser uma bênção na sociedade e no mundo. A sua vida se torna uma fonte de inspiração para os que a rodeiam.
Você é grato porque é politicamente correto agradecer? Ou retribui com o bem, inclusive aos que lhe fazem mal, porque brota de seu coração o desejo de fazê-lo?
Busque a Jesus hoje. Entregue-Lhe o coração e as intenções ocultas. Permita que Ele o guie e o conduza em meio às adversidades e traições, das quais muitas vezes você é vítima. E lembre-se: “Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.” Texto de Alejandro Bullón
A ingratidão é um defeito de caráter. Segundo a teologia hebraica, se o homem pagasse o bem com o mal deveria receber a retribuição divina do sofrimento. Tudo o que acontecesse no mundo, fosse bem ou mal, pela teologia hebraica seria atribuído a Deus, porque Ele é o criador e o controlador do Universo.
A realidade é que o homem colhe o que planta. É a lei da vida. Você não pode plantar bananas e colher maçãs. O tempo da colheita pode demorar, mas chegará o dia em que finalmente o ingrato, o perverso, o homem mau receberão as conseqüências de seus próprios atos. Não é castigo divino. É resultado natural da maldade.
O verbo de hoje vai mais longe. Ao dizer: “Não se apartará o mal da sua casa”, inclui a família. Pode dar a impressão de injustiça, mas as conseqüências alcançam os filhos. Cada um é responsável de administrar a vida, consciente das conseqüências de seus atos.
Jesus não estabelece apenas o código de ética que a humanidade deve seguir para ser feliz. Isso seria moralismo. Você não precisa de Deus para ser honesto e respeitar a vida das pessoas. Existem bons cidadãos, possuidores de uma conduta impecável, sem a ajuda nem a participação de Deus.
O cristianismo não é só mudança de fachada. Não se trata de pintar as paredes exteriores de branco, enquanto as colunas interiores estão a ponto de desabar. Nem se trata de colocar um band-aid sobre ferida gangrenada. Jesus cura por dentro, limpa a fonte das intenções, transforma a natureza interior, coloca paz no coração. Então, a criatura passa a ser uma bênção na sociedade e no mundo. A sua vida se torna uma fonte de inspiração para os que a rodeiam.
Você é grato porque é politicamente correto agradecer? Ou retribui com o bem, inclusive aos que lhe fazem mal, porque brota de seu coração o desejo de fazê-lo?
Busque a Jesus hoje. Entregue-Lhe o coração e as intenções ocultas. Permita que Ele o guie e o conduza em meio às adversidades e traições, das quais muitas vezes você é vítima. E lembre-se: “Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.” Texto de Alejandro Bullón
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Não perca a fé
Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-Te pressa em acudir-me. Sal. 102:2.
É quase meia-noite em Talca, na parte centro-sul do Chile. O teatro regional da cidade estava lotado. Muita gente desejosa de ouvir acerca de Jesus está lotando ginásios, teatros e outros tipos de auditórios durante esta semana.
Hoje, enquanto saía do teatro, alguém colocou um papelzinho no meu bolso. No hotel, antes de dormir, li o clamor desesperado dessa pessoa. “Não suporto mais. Às vezes, penso que a única saída seria dormir e não mais acordar.”
O sono passou. O cansaço desapareceu. Tomei minha Bíblia e comecei a escrever. A introdução do Salmo 102 parece o clamor da pessoa que me entregou o bilhete. “Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o Senhor.”
O aflito e desfalecido pode ser você ou eu. Há momento na vida em que literalmente dá vontade de “dormir e não acordar mais”. Nessas horas, como é bom ler este salmo. Nele, a gente vê que não está sozinho na experiência da dor. O salmista, em muitas ocasiões, atravessou momentos de escuridão. “Ferido como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão”. Verso 4.
Quem tem vontade de comer quando o filho está na prisão? Quem tem ânimo para sequer olhar a comida, quando o casamento está caindo aos pedaços? Aonde vão os filhos de Deus nessas horas?
Este salmo, composto de 28 versos, é o drama de uma pessoa que, apesar do sofrimento, não perde a fé. O salmista sabe em quem confiar. O inimigo pode tirar tudo dele, menos sua confiança no Deus todo-poderoso. O último verso é uma visão extraordinária do futuro, apesar do sofrimento presente. “Os filhos dos teus servos habitarão seguros”, afirma o salmista, “e diante de ti se estabelecerá a sua descendência.”
Por isso, hoje, não se deixe intimidar pelas sombras da vida. Você tem um Deus que não conhece derrota. Não desanime. Não permita que a confiança fuja. Embora seu coração gema de dor, olhe para cima e diga com as forças que ainda lhe restam: “Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-Te pressa em acudir-me.” Texto de Alejandro Bullón.
É quase meia-noite em Talca, na parte centro-sul do Chile. O teatro regional da cidade estava lotado. Muita gente desejosa de ouvir acerca de Jesus está lotando ginásios, teatros e outros tipos de auditórios durante esta semana.
Hoje, enquanto saía do teatro, alguém colocou um papelzinho no meu bolso. No hotel, antes de dormir, li o clamor desesperado dessa pessoa. “Não suporto mais. Às vezes, penso que a única saída seria dormir e não mais acordar.”
O sono passou. O cansaço desapareceu. Tomei minha Bíblia e comecei a escrever. A introdução do Salmo 102 parece o clamor da pessoa que me entregou o bilhete. “Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o Senhor.”
O aflito e desfalecido pode ser você ou eu. Há momento na vida em que literalmente dá vontade de “dormir e não acordar mais”. Nessas horas, como é bom ler este salmo. Nele, a gente vê que não está sozinho na experiência da dor. O salmista, em muitas ocasiões, atravessou momentos de escuridão. “Ferido como a erva, secou-se o meu coração; até me esqueço de comer o meu pão”. Verso 4.
Quem tem vontade de comer quando o filho está na prisão? Quem tem ânimo para sequer olhar a comida, quando o casamento está caindo aos pedaços? Aonde vão os filhos de Deus nessas horas?
Este salmo, composto de 28 versos, é o drama de uma pessoa que, apesar do sofrimento, não perde a fé. O salmista sabe em quem confiar. O inimigo pode tirar tudo dele, menos sua confiança no Deus todo-poderoso. O último verso é uma visão extraordinária do futuro, apesar do sofrimento presente. “Os filhos dos teus servos habitarão seguros”, afirma o salmista, “e diante de ti se estabelecerá a sua descendência.”
Por isso, hoje, não se deixe intimidar pelas sombras da vida. Você tem um Deus que não conhece derrota. Não desanime. Não permita que a confiança fuja. Embora seu coração gema de dor, olhe para cima e diga com as forças que ainda lhe restam: “Não me ocultes o rosto no dia da minha angústia; inclina-me os ouvidos; no dia em que eu clamar, dá-Te pressa em acudir-me.” Texto de Alejandro Bullón.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Rejeite o desânimo
O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos. Prov. 17:22.
Está provado pela ciência médica que pessoas felizes vivem mais. Mesmo com câncer, aqueles que estão em paz com Deus e com os homens têm mais possibilidades de cura. Não se trata de pensamento positivo. Com autodisciplina e um pouco de esforço, você pode repetir um milhão de vezes: “Estou bem, estou bem.” Porém, quando a noite chega, os fantasmas de sua própria consciência perturbam seu coração. Tudo continua igual.
A expressão “o coração alegre”, que o texto de hoje menciona, em hebraico, é Leb sámêh. Literalmente, significa um coração satisfeito e agradecido. Satisfação, não conformismo. É reconhecimento da soberania de Deus. Nada acontece debaixo do Sol sem que Ele o permita. O que você está vivendo neste momento, por difícil que seja, é o plano maravilhoso de Deus para você. Eu sei que você não compreende hoje. A dor impede de ver muitas coisas, o tempo encarregará de mostrar-lhe que Deus sempre tem razão.
A confiança em Deus coloca paz e otimismo em seu coração. Não são atitudes fabricadas. São caudais de água limpa que brotam de um manancial puro. Conectado ao poder infinito, o ser mais frágil torna-se forte e olha a vida sob um prisma diferente.
Nas horas mais escuras da vida, aprenda a confiar em Deus. Por mais que a adversidade pareça arrasar seus sonhos, Deus não perdeu o controle da situação. Ele continua ao leme de sua pequena embarcação e o levará ao porto seguro. O segredo é não desistir.
Se você tirar os olhos de Jesus e os colocar nas dificuldades, o barquinho começará a afundar. Só Jesus é capaz de ajudá-lo a atravessar o vale de trevas pelo qual você está passando.
Abra seu coração a Deus, clame! Diga-Lhe que já não tem forças para resistir à provação. Ele o ouvirá. Não é insensível ao sofrimento humano. Não precisa ser informado da dor que envolve sua vida. Mas quando você diz para Ele o que está sentindo, a sua fé aumenta, a confiança brilha, e isso lhe faz um bem extraordinário. Porque “o coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”. Texto de Alejandro Bullón.
Está provado pela ciência médica que pessoas felizes vivem mais. Mesmo com câncer, aqueles que estão em paz com Deus e com os homens têm mais possibilidades de cura. Não se trata de pensamento positivo. Com autodisciplina e um pouco de esforço, você pode repetir um milhão de vezes: “Estou bem, estou bem.” Porém, quando a noite chega, os fantasmas de sua própria consciência perturbam seu coração. Tudo continua igual.
A expressão “o coração alegre”, que o texto de hoje menciona, em hebraico, é Leb sámêh. Literalmente, significa um coração satisfeito e agradecido. Satisfação, não conformismo. É reconhecimento da soberania de Deus. Nada acontece debaixo do Sol sem que Ele o permita. O que você está vivendo neste momento, por difícil que seja, é o plano maravilhoso de Deus para você. Eu sei que você não compreende hoje. A dor impede de ver muitas coisas, o tempo encarregará de mostrar-lhe que Deus sempre tem razão.
A confiança em Deus coloca paz e otimismo em seu coração. Não são atitudes fabricadas. São caudais de água limpa que brotam de um manancial puro. Conectado ao poder infinito, o ser mais frágil torna-se forte e olha a vida sob um prisma diferente.
Nas horas mais escuras da vida, aprenda a confiar em Deus. Por mais que a adversidade pareça arrasar seus sonhos, Deus não perdeu o controle da situação. Ele continua ao leme de sua pequena embarcação e o levará ao porto seguro. O segredo é não desistir.
Se você tirar os olhos de Jesus e os colocar nas dificuldades, o barquinho começará a afundar. Só Jesus é capaz de ajudá-lo a atravessar o vale de trevas pelo qual você está passando.
Abra seu coração a Deus, clame! Diga-Lhe que já não tem forças para resistir à provação. Ele o ouvirá. Não é insensível ao sofrimento humano. Não precisa ser informado da dor que envolve sua vida. Mas quando você diz para Ele o que está sentindo, a sua fé aumenta, a confiança brilha, e isso lhe faz um bem extraordinário. Porque “o coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos”. Texto de Alejandro Bullón.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Bendiga ao Senhor
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios. Sal. 103:2.
Um povo sem memória é um povo sem destino. Se você não sabe de onde vem, como saberá para onde vai? Você anda, mas para onde? Em que direção? O ser humano tem um apego inconsciente ao passado, apesar de sua vertiginosa projeção para o futuro. É de sua história que tira forças para continuar avançando, a despeito dos obstáculos que aparecem no caminho.
O salmista o convida hoje a “bendizer ao Senhor”. Bendizer, em português, vem da conjunção de duas palavras: dizer bem – falar bem, mesmo que as circunstâncias não sejam as melhores.
Mas por que haveríamos de falar bem de Deus se no presente tudo parece estar de cabeça para baixo? Davi nos dá a razão: “Não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Em outras palavras: Olhe para a sua história. Lembra-se de como o Senhor o conduziu no passado? Se você está vivo neste momento, se tem o que tem, embora seja pouco, é porque você se esforçou ou porque Deus abençoou o seu esforço?
No verso 7 deste salmo, o autor se refere à maneira maravilhosa como Deus conduziu Israel no passado, “manifestou os Seus caminhos a Moisés e os Seus feitos aos filhos de Israel”. Sal. 103:7. Que feitos? Abriu o Mar Vermelho, fez cair o maná dos céus, tirou água da rocha, derrotou os inimigos. É pouco? Ora, se Deus fez tudo isso no passado, não será capaz de fazer coisas maiores no presente?
Portanto, fale bem de Deus. “Bendize... ao Senhor”, apesar das nuvens e do céu escuro, a despeito das lágrimas e da dor. Deus continua sendo Deus. Não o abandonou. Não dorme nem descansa. Está mais presente do que você imagina.
Este salmo tem 22 versículos. O mesmo número de letras do alfabeto hebraico. Começa e termina da mesma maneira, dizendo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor.” Coincidência? Não. Beleza literária? Menos ainda. Simplesmente confiança de que amanhã será outro dia e o sol nascerá de novo.
Por isso, antes de revisar a sua agenda diária, repita para si mesmo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Texto de Alejandro Bullón.
Um povo sem memória é um povo sem destino. Se você não sabe de onde vem, como saberá para onde vai? Você anda, mas para onde? Em que direção? O ser humano tem um apego inconsciente ao passado, apesar de sua vertiginosa projeção para o futuro. É de sua história que tira forças para continuar avançando, a despeito dos obstáculos que aparecem no caminho.
O salmista o convida hoje a “bendizer ao Senhor”. Bendizer, em português, vem da conjunção de duas palavras: dizer bem – falar bem, mesmo que as circunstâncias não sejam as melhores.
Mas por que haveríamos de falar bem de Deus se no presente tudo parece estar de cabeça para baixo? Davi nos dá a razão: “Não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Em outras palavras: Olhe para a sua história. Lembra-se de como o Senhor o conduziu no passado? Se você está vivo neste momento, se tem o que tem, embora seja pouco, é porque você se esforçou ou porque Deus abençoou o seu esforço?
No verso 7 deste salmo, o autor se refere à maneira maravilhosa como Deus conduziu Israel no passado, “manifestou os Seus caminhos a Moisés e os Seus feitos aos filhos de Israel”. Sal. 103:7. Que feitos? Abriu o Mar Vermelho, fez cair o maná dos céus, tirou água da rocha, derrotou os inimigos. É pouco? Ora, se Deus fez tudo isso no passado, não será capaz de fazer coisas maiores no presente?
Portanto, fale bem de Deus. “Bendize... ao Senhor”, apesar das nuvens e do céu escuro, a despeito das lágrimas e da dor. Deus continua sendo Deus. Não o abandonou. Não dorme nem descansa. Está mais presente do que você imagina.
Este salmo tem 22 versículos. O mesmo número de letras do alfabeto hebraico. Começa e termina da mesma maneira, dizendo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor.” Coincidência? Não. Beleza literária? Menos ainda. Simplesmente confiança de que amanhã será outro dia e o sol nascerá de novo.
Por isso, antes de revisar a sua agenda diária, repita para si mesmo: “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios.” Texto de Alejandro Bullón.
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