A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa. Prov. 19:5.
Dois pensamentos destacam-se no texto de hoje. O primeiro é: toda ação tem uma reação. A falsa testemunha recebe o castigo. O segundo é: o mentiroso não vai longe. Mais cedo ou mais tarde, é descoberto e exposto à vergonha.
Ambas as atitudes, o testemunho falso e a mentira, têm raízes egoístas. A testemunha falsa vende sua consciência por dinheiro ou algum outro tipo de vantagem. Uma senhora, vítima de atropelamento, declarou no leito de morte que o testemunho que havia dado no tribunal, anos atrás, e que destruiu a vida de uma pessoa, tinha sido comprado e ela queria pedir perdão à vítima. O gerente de uma grande empresa chegou ao topo da instituição usando mentiras. Entre elas, estava o fato de que nunca tinha acabado o curso de administração. Seu título era falso.
No caso da mulher, o resultado de vender a consciência teve como conseqüência desespero e angústia na hora da morte. No segundo caso, o resultado final foi a vergonha a que foi exposto quando se descobriu a mentira.
Se os motivos de ambos eram egoístas, se ambos buscavam benefícios e lucro, por que tiveram um final triste?
O verso de hoje responde a essa pergunta. Tudo tem um preço. Todo ato, uma conseqüência. No momento pode parecer que dá lucro, mas o tempo é juiz implacável. A pintura de fora caiu e, de repente, você se depara com a realidade grotesca.
A verdade é dolorosa. Mas não fuja dela. Fugir da verdade é fugir da realidade e cair num poço sem fundo. Nessa queda vertiginosa você perde a noção das coisas. Confusão, angústia, tormento diário. Você se incapacita para enxergar as pequenas satisfações que a vida lhe apresenta. A dor de ser ou não ser o asfixia. Sua personalidade fica distorcida e sua identidade se desfigura. Quem é você? Aquele que as pessoas acham ou aquele que você é? Como pode ter paz? Como ser feliz se só existe confusão dentro de você?
Em Jesus, as dores acabam. Diante dEle ninguém precisa aparentar. Ele é a Verdade e a Vida. Tendo a Jesus em seu coração, seus pés caminharão na verdade e seus lábios não proferirão mentiras. Pense nisso, porque “a falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa”.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Quem escapa?
A falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa. Prov. 19:5.
Dois pensamentos destacam-se no texto de hoje. O primeiro é: toda ação tem uma reação. A falsa testemunha recebe o castigo. O segundo é: o mentiroso não vai longe. Mais cedo ou mais tarde, é descoberto e exposto à vergonha.
Ambas as atitudes, o testemunho falso e a mentira, têm raízes egoístas. A testemunha falsa vende sua consciência por dinheiro ou algum outro tipo de vantagem. Uma senhora, vítima de atropelamento, declarou no leito de morte que o testemunho que havia dado no tribunal, anos atrás, e que destruiu a vida de uma pessoa, tinha sido comprado e ela queria pedir perdão à vítima. O gerente de uma grande empresa chegou ao topo da instituição usando mentiras. Entre elas, estava o fato de que nunca tinha acabado o curso de administração. Seu título era falso.
No caso da mulher, o resultado de vender a consciência teve como conseqüência desespero e angústia na hora da morte. No segundo caso, o resultado final foi a vergonha a que foi exposto quando se descobriu a mentira.
Se os motivos de ambos eram egoístas, se ambos buscavam benefícios e lucro, por que tiveram um final triste?
O verso de hoje responde a essa pergunta. Tudo tem um preço. Todo ato, uma conseqüência. No momento pode parecer que dá lucro, mas o tempo é juiz implacável. A pintura de fora caiu e, de repente, você se depara com a realidade grotesca.
A verdade é dolorosa. Mas não fuja dela. Fugir da verdade é fugir da realidade e cair num poço sem fundo. Nessa queda vertiginosa você perde a noção das coisas. Confusão, angústia, tormento diário. Você se incapacita para enxergar as pequenas satisfações que a vida lhe apresenta. A dor de ser ou não ser o asfixia. Sua personalidade fica distorcida e sua identidade se desfigura. Quem é você? Aquele que as pessoas acham ou aquele que você é? Como pode ter paz? Como ser feliz se só existe confusão dentro de você?
Em Jesus, as dores acabam. Diante dEle ninguém precisa aparentar. Ele é a Verdade e a Vida. Tendo a Jesus em seu coração, seus pés caminharão na verdade e seus lábios não proferirão mentiras. Pense nisso, porque “a falsa testemunha não fica impune, e o que profere mentiras não escapa”.
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Uma expressão de amor
Porque o Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem. Prov. 3:12.
Dois verbos expressam a mensagem de hoje: amar e repreender. Na mente do sábio, a repreensão é conseqüência do amor.
O ser humano nunca entenderá o amor divino, por uma simples razão: Ele julga o caráter de Deus da sua perspectiva de homem. E o amor humano, por mais puro que pareça, traz a mancha do egoísmo. Ama, esperando algo em troca, por interesse ou por conveniência.
Com Deus, as coisas são diferentes. Ele ama porque Sua natureza é o amor. Ama sem esperar nada em troca, simplesmente pelo fato de amar. O amor leva o Senhor a querer o bem de Seus filhos. Muitas vezes, quando o filho amado, fazendo uso de sua liberdade, corre nesciamente em direção da morte, o pai usa o instrumento da repreensão para trazê-lo de volta ao caminho da vida.
Em hebraico, a palavra repreensão ou castigo é Yakay, e literalmente significa convencer. É pena que às vezes a única maneira de convencer o filho é através da dor. Talvez por isso a maioria dos tradutores usa a palavra castigo. O próprio Senhor, falando de Israel, disse: “Eu lhe serei por pai, e ele Me será por filho; se vier a transgredir, castigá-lo-ei com varas de homens e com açoites de filhos de homens.” II Sam. 7:14.
Você consegue imaginar um Deus com o rosto vermelho de raiva e o chinelo na mão correndo atrás do garoto malcriado? Claro que não! Deus é amor e nunca perde a paciência. Seu “castigo” ou “repreensão” nada tem a ver com raiva. É por amor que tenta convencer o filho acerca do futuro triste que o aguarda, caso continue na senda do mal, e permite que as próprias decisões erradas do homem lhe tragam dor e produzam lágrimas. Infelizmente, essa é a única linguagem fácil de ser entendida pela criatura.
Qual é a direção da estrada que você escolheu? Já parou para avaliar, ou será necessário cair exausto, sem forças e ferido para ficar convencido de que existe uma estrada melhor?
Hoje é um novo dia, e todo novo dia é também uma nova oportunidade de tomar decisões sábias. Que decisão poderia mudar o rumo de sua vida? Lembre-se: “O Senhor repreende a quem ama, assim como o pai, ao filho a quem quer bem”.
Texto de Alejandro Bullón
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Nascido em pecado
Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe. Sal. 51:5.
O jovem que falava comigo acabara de perder o emprego outra vez. Estava triste porque pagava seus estudos na universidade com o dinheiro que recebia. “O pior de tudo”, disse aflito, “é que eu sou o único culpado. Sou orgulhoso e explosivo e isso está destruindo a minha vida.”
Como esse jovem, há muitas pessoas que percebem que existe algo de errado com elas. Tentam mudar, mas não conseguem. São conscientes de que há dentro delas uma força estranha que as leva a fazer coisas que não gostariam de fazer, e se perguntam: “Por que sou assim?”
A resposta está no versículo de hoje. Davi também tinha esse problema que o levou não a perder um emprego, mas quase a vida eterna.
Este salmo foi escrito depois que Davi mandou assassinar Urias, para esconder seu adultério com a esposa do general. Foi um pecado consciente, e premeditado. No início, quando a tentação apareceu, ele tentou fugir. Mas descobriu que dentro dele havia uma força misteriosa que o empurrava para longe de Deus e de Seus princípios.
Davi caiu e caiu feio. Meses depois, quando ele pensava que tinha cometido o crime perfeito, confrontou-se com o profeta Natã e não pôde fugir do seu pecado. O salmista correu desesperado, entrou numa cova e, arrependido, escreveu o Salmo 51.
No verso de hoje, Davi fala da natureza pecaminosa. Disse: “Nasci em pecado.” Todos nascemos em pecado, separados de Deus e com uma natureza que não gosta de andar nos caminhos da vida. É uma natureza egoísta, que dá guarida e alimenta os sentimentos mais grotescos do ser humano: ciúme, inveja, maledicência, cobiça, lascívia, etc.
Ninguém é culpado de ter nascido assim. A culpa que carregamos é não querer tomar o remédio para esse problema. Jesus morreu na cruz do Calvário e comprou a nossa liberdade. Hoje, só continua sendo escravo da natureza pecaminosa quem quer.
Não tente lutar sozinho. Com esforço humano você pode disfarçar, aparentar e dissimular. Mas não pode mudar. A única esperança de transformação está em Cristo. Só nEle há vida. Vida plena, abundante e cheia de significado. Mas isso só pode ser realidade na vida de quem reconhecer: “Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.”
Texto de Alejandro Bullón
quarta-feira, 6 de junho de 2012
A tormenta passará
Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa; lembra-Te de como o ímpio Te afronta todos os dias. Sal. 74:22.
O salmo de hoje ensina como orar quando a aflição bate à porta do coração e dá a impressão de que Deus está sendo cego e surdo diante dos acontecimentos. Existe gente que não tem Deus em conta. Caçoa da fé dos que buscam ao Senhor. Às vezes, é o professor universitário ridicularizando você na sala de aula, ou o chefe incrédulo rindo dos seus princípios, ou o patrão sem escrúpulos querendo que você concorde com algo que vai contra a sua consciência.
Este é outro dos salmos escritos por Asafe. Pelo contexto, entendemos que ele viveu num momento da história de Israel em que o exército inimigo tinha destruído o santuário. Qual é a mensagem deste salmo para você hoje, diante de inimigos que perseguem seu corpo, mas tentam chegar também ao santuário do seu ser, que é a sua consciência?
O alvo final dos ataques do inimigo não é você. O verdadeiro sofrimento que os filhos de Deus experimentam não é físico. O inimigo de Deus quer deturpar o caráter de Deus. Levar você a pensar que Deus não Se interessa por seus problemas, que Ele é injusto, ao permitir que aconteçam tragédias na sua vida.
A maioria dos seres humanos não percebe esse propósito maligno do inimigo. Mas o salmo de hoje mostra que Asafe entendeu. Por isso, ele clama: “Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa.”
Cada vez que a dor chega à sua vida, está em juízo a soberania de Deus. Seu amor, Sua misericórdia e o Seu caráter justo são julgados. Essa é a explicação existencial para o sofrimento dos inocentes.
Todos os dias há milhões de seres angelicais observando a reação do ser humano diante da dor. O que fará? Amaldiçoará a Deus, como deseja o inimigo, ou se esconderá nos braços de Jesus até que a tormenta passe?
O momento doloroso que você está vivendo agora tem explicação à luz do conflito universal entre Cristo e Satanás. Mas a promessa divina é certa. Deus não Se esqueceu de você e, mais cedo do que imagina, o inimigo terá que engolir toda a dor e tristeza que lhe causou.
Com essa certeza, enfrente as dificuldades e clame como Asafe: “Levanta-Te, ó Deus, pleiteia a Tua própria causa; lembra-Te de como o ímpio Te afronta todos os dias.”
Texto de Alejandro Bullón
terça-feira, 5 de junho de 2012
Como palmeira
O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano. Sal. 92:12.
Estou cansado. A viagem de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil, a Lexington, na parte centro-oeste dos Estados Unidos, levou quinze horas. O sono quase me domina enquanto Jorge dirige o veículo que nos conduz a Nashville. Apesar do cansaço, é impossível deixar de admirar o pôr-do-sol e especialmente o colorido majestoso das folhas.
“Você devia ter chegado aqui quinze dias atrás; era uma explosão de cores e formas”, diz o meu companheiro.
O outono está chegando ao fim no hemisfério norte. As folhas ainda caem, deixando um espetáculo deprimente que anuncia o inverno. Quem contempla as árvores aparentemente secas e sem vida, não imagina que depois do longo inverno outras folhas brotarão e virá novamente a explosão de cores e formas.
Isso me anima. O verso de hoje diz: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.” Sal. 92:12. Esse verso fala de esperança, a despeito das circunstâncias duras e difíceis que possam aparecer. Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida.
A palmeira era considerada a rainha das árvores naquelas terras desérticas. Enquanto outras árvores não passavam de arbustos, por falta de água, a palmeira crescia ereta e garbosa porque aprofundava suas raízes até achar o líquido nas profundezas da areia sem vida.
Assim são os justos. Eles sabem onde procurar sabedoria, e aprendem a viver uma vida de prosperidade e felicidade apesar das adversidades que a vida pode apresentar.
Já é tarde na estrada que leva de Lexington a Nashville, mas nunca é tarde para quem busca a Jesus, fonte de justiça e de vida. As folhas caem por aqui, anunciando a chegada do inverno rigoroso. Apesar disso, não há por que ficar triste ou temer. Esse inverno também passará e chegará a primavera, anunciando que um dia, talvez mais próximo do que esperamos, chegará a primavera eterna onde o Sol da Justiça brilhará para sempre.
Não desanime. Encare este novo dia com o coração cheio de esperança, porque: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.”
Texto de Alejandro Bullón
segunda-feira, 4 de junho de 2012
No tempo de Deus
E minha alma se regozijará no Senhor e se deleitará na Sua salvação. Sal. 35:9.
Você já foi vítima de uma injustiça? Alguém tenta destruí-lo e você está chegando ao seu limite? Se é assim, entenderá o que Davi sentia quando escreveu este salmo.
“Levantam-se iníquas testemunhas e me argúem de coisas que eu não sei”, lamenta-se no verso 11. E continua: “Pagam-me o mal pelo bem... como vis bufões em festins, rangiam contra mim os dentes.” Versos 12 e 16.
O que você faria nessas circunstâncias? Davi escreveu este salmo, conhecido como um dos quatro salmos imprecatórios. Imprecar é desejar o mal para o inimigo. O Salmo 109 é o pior deles. Alguns comentaristas contam pelo menos trinta maldições nele.
Acho que é muito humano querer ver o inimigo engolindo seu próprio veneno. É humano, digo. Não cristão. Jesus veio para ensinar-nos um caminho melhor. “Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.” Mat. 5:44. E Paulo confirmou: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados... a Mim Me pertence a vingança; Eu é que retribuirei, diz o Senhor.” Rom. 12:19.
Por esse motivo, escolhi o verso de hoje para a sua meditação. Nele, encontra-se retratada a atitude de Cristo diante das injustiças.
O contexto em que Davi escreveu este salmo é narrado no livro de Samuel, da seguinte maneira: “Tomou, então, Saul três mil homens... e foi ao encalço de Davi e dos seus homens. ... Chegou a uns currais de ovelhas no caminho, onde havia uma caverna; entrou nela Saul. ... Ora, Davi e os seus homens estavam assentados no mais interior da mesma.” I Sam. 24:2 e 3.
Aquele era o momento. Saul estava nas suas mãos. Inclusive, os soldados de Davi lhe disseram: “Hoje é o dia do qual o Senhor te disse: Eis que te entrego nas mãos o teu inimigo, e far-lhe-ás o que bem te parecer.” Verso 4.
Se Davi tivesse tomado a justiça nas mãos, talvez na hora sentisse o “gostinho” da vingança. Mas, depois, teria experimentado o amargo sabor da culpa.
Davi preferiu esperar. Deus tinha-lhe prometido o reino, e Ele, a Seu tempo, lhe daria. Aquele que deixa a justiça nas mãos do Senhor nunca fracassa.
Por isso, diante das piores injustiças que você estiver sofrendo, permita que Deus aja em seu favor, e sua “alma se regozijará no Senhor e se deleitará na Sua salvação”.
Texto de Alejandro Bullón
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Sono suave
Quando te deitares, não temerás; deitar-te-ás, e o teu sono será suave. Prov. 3:24.
A noite envolve trevas. Inclusive, quando a lua cheia brilha esplendorosa, há penumbra por todo o lado. A noite sempre é um período de tempo que traz temor. Envolve perigos. Todas as guerras começam à noite. O inimigo sempre espera que o sol se oculte para atacar. No período da noite, o corpo tende a relaxar. Aparece o sono, e a escuridão oculta ameaças assustadoras.
Existe gente que não consegue dormir quando a noite chega. Entre os remédios mais vendidos sem receita médica estão os comprimidos para dor de cabeça e para dormir. Há pessoas que têm medo da escuridão e só dormem com a luz acesa. O medo que a noite traz não tem origem conhecida. É simplesmente um medo inconsciente, instintivo. A dificuldade para dormir é associada muitas vezes ao estresse e outros problemas psicoemocionais.
No verso de hoje, encontramos uma promessa extraordinária. “Quando te deitares, não temerás.” Se você analisar a expressão, verá que é mais do que uma simples promessa. É a descrição de uma experiência. É uma realidade concreta.
Quem usufrui essa experiência abençoada? Lembre-se de que este verso é parte do capítulo três de Provérbios. Esse capítulo começa dizendo: “Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos.” Depois vem uma promessa: “Porque eles... te acrescentarão anos de vida e paz.” Verso 2.
A promessa divina não é simplesmente vida. É vida e paz. De que serve uma vida atribulada, desesperada e conturbada? A paz é primordial para dar sentido à vida. Uma pessoa em paz é muito mais produtiva durante o dia. E, quando a noite chega, ela deita e dorme um “sono suave”, sem alterações, nem tormentos nem temores. A chave é: Siga os conselhos divinos. Não tente viver só. Tenha Deus presente em todos os seus empreendimentos.
A perspectiva de um novo dia está diante de você. Está seguro de que Jesus está no comando de sua vida? Já entregou os seus planos e projetos a Ele? Então, enfrente sem medo as lutas e os desafios que a vida lhe apresentar, certo de que nada pode destruir quem está nas mãos de Deus.
E, à noite, “quando te deitares, não temerás; deitar-te-ás, e o teu sono será suave”.
Texto de Alejandro Bullón
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